Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
Sem drama, sem susto

Seguro de vida é sobre quem fica

Não é um assunto confortável, e a gente não vai fingir que é. Mas a conversa dura vinte minutos e resolve, de uma vez, a pergunta que fica na sua cabeça de vez em quando: se acontecer alguma coisa comigo, como eles ficam?

Falamos de números e de coberturas. Nada de discurso de medo.

O que a apólice pode cobrir

Seguro de vida não paga só em caso de morte

Boa parte das coberturas é acionada em vida — e é justamente a parte que quase ninguém conhece na hora de contratar.

Morte, por qualquer causa

A cobertura base. O capital vai para os beneficiários que você indicar, em regra sem entrar em inventário e com pagamento bem mais rápido.

  • Beneficiários definidos por você
  • Cobertura natural e acidental
  • Assistência funeral, quando contratada

Invalidez e doenças graves

Paga para você, em vida, quando a renda some. É a cobertura que mais muda a vida de autônomo e de quem sustenta a casa sozinho.

  • Invalidez permanente por acidente
  • Diagnóstico de doença grave
  • Diária por incapacidade temporária

Suporte à rotina

Coberturas menores que resolvem o dia a dia difícil e costumam custar pouco dentro do pacote.

  • Assistência funeral familiar
  • Auxílio para cônjuge e filhos
  • Telemedicina e apoio, conforme o produto

A conta que importa

Como se chega ao capital segurado

Capital segurado é o valor que a apólice paga. Escolher esse número no chute é o erro mais comum do ramo: gente que contrata pouco e deixa a família com alguns meses de fôlego, ou contrata demais e desiste no terceiro ano porque o prêmio pesou.

A conta começa pela renda que deixaria de existir e pelo tempo que a família precisaria para se reorganizar. Some as dívidas que ficariam — financiamento do imóvel, do carro, empréstimos — e o custo previsível dos próximos anos, como a escola dos filhos. Subtraia o que já existe: reservas, outros seguros, o seguro da empresa onde você trabalha.

O resultado é um intervalo, não um número exato. A partir dele, o ajuste é de orçamento: quanto cabe por mês sem virar peso. Seguro que é cancelado no ano seguinte não protegeu ninguém.

Se você tem seguro pela empresa, lembre que ele acaba quando o vínculo acaba — geralmente no pior momento possível para perder cobertura.

A conversa começa pela sua vida, não pelo produto

Antes de falar de preço, precisamos saber quem depende de você e por quanto tempo. O resto decorre disso.

  • Cálculo do capital com critério, não no chute
  • Comparação entre seguradoras para o mesmo capital
  • Declaração de saúde explicada antes de você assinar
  • Orientação sobre beneficiários

Vamos dimensionar o seu seguro de vida

Quatro respostas e já conseguimos sugerir um capital com razão explicada.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Serve para dimensionar o capital. Se preferir, deixe para a conversa.

O detalhe esquecido

A apólice que ninguém sabe que existe não protege ninguém

Existe um jeito silencioso de o seguro de vida falhar: ele é contratado, pago durante anos e, na hora, a família não sabe que ele existe. Sem comunicação, não há aviso de sinistro — e um benefício que ninguém pede simplesmente não é pago.

Resolver isso custa uma conversa. Diga aos seus beneficiários que a apólice existe, guarde o documento em lugar conhecido e deixe com eles o contato do corretor. É a diferença entre uma família que liga para alguém e uma família que descobre um boleto sem saber o que fazer com ele.

Perguntas frequentes

Seguro de vida: as perguntas que ficam na cabeça

Quanto de capital segurado eu preciso contratar?

Uma referência usada no mercado é de três a cinco anos da sua renda anual, ajustada por dívidas e pelo tempo até os filhos se sustentarem. Não é regra: é ponto de partida para uma conta que fazemos com você.

Preciso fazer exame médico?

Nem sempre. Capitais menores costumam sair só com a declaração pessoal de saúde. Valores altos ou histórico relevante podem pedir exames ou uma entrevista.

Se eu cancelar depois, perco o que paguei?

No seguro de vida tradicional, o prêmio paga a cobertura do período — não é poupança. Existem produtos com resgate, que funcionam de outro jeito e custam mais.

O seguro do meu consignado já não resolve?

Costuma ser prestamista: ele quita a dívida, não deixa dinheiro para a família. São finalidades diferentes, e muita gente descobre isso tarde demais.

Como minha família vai saber que a apólice existe?

Essa é a falha mais comum e a mais silenciosa. Além de guardar a apólice, avise os beneficiários e deixe o contato do corretor com eles. Quem tem corretor tem para quem a família ligar.

Doença preexistente impede a contratação?

Não necessariamente. Ela precisa ser declarada — omitir é o que gera recusa depois. Dependendo do caso, há agravo de prêmio ou exclusão específica, e ainda vale a pena.

Vinte minutos resolvem uma preocupação de anos

Conte quem depende de você e nós voltamos com um capital sugerido e o preço disso em algumas seguradoras.

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