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Complementar, não substituta

Previdência privada explicada sem jargão

PGBL, VGBL, tabela regressiva, portabilidade. São quatro palavras que afastam muita gente de uma decisão simples: quanto guardar hoje para não depender só do INSS depois.

Não vendemos promessa de rendimento. Explicamos regra, imposto e prazo.

A decisão que vem antes do produto

Previdência é prazo, não produto

Antes de escolher entre siglas, vale responder a uma pergunta: daqui a quanto tempo esse dinheiro vai ser usado? A resposta define quase tudo — o regime tributário que compensa, o perfil de investimento que faz sentido e até se previdência é mesmo o melhor caminho para aquele objetivo.

Dinheiro que pode ser necessário em dois ou três anos raramente deveria estar em previdência, porque o benefício tributário do produto se constrói com o tempo. Já um aporte pensado para vinte anos costuma aproveitar bem a tabela em que a alíquota diminui conforme o prazo.

É por isso que a nossa conversa começa pelo prazo e pelo objetivo, e não pelo nome do plano. Depois disso, a escolha entre as modalidades vira quase mecânica.

Nenhuma projeção de rentabilidade é garantia. O que dá para garantir é a regra: o que você pode deduzir, quanto o imposto cobra e quando.

Sem promessa de rendimento

Explicamos regra, tributação e prazo. Projeção de retorno é estimativa, e vamos tratar como estimativa.

  • Comparação entre PGBL e VGBL para o seu caso
  • Explicação da tabela de imposto por prazo
  • Portabilidade de plano que você já tem
  • Integração com o seu seguro de vida

Orientação sobre previdência

Começamos pelo seu objetivo e pela forma como você declara imposto.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

É o que costuma definir entre PGBL e VGBL.

Perguntas frequentes

Previdência privada: dúvidas frequentes

Qual a diferença entre PGBL e VGBL?

A diferença central é tributária. O PGBL permite deduzir as contribuições até um limite da base do imposto de renda para quem declara no modelo completo, e na saída o imposto incide sobre o total resgatado. No VGBL não há dedução na entrada, e o imposto incide apenas sobre o rendimento.

Qual dos dois serve para mim?

Como regra prática, PGBL tende a fazer sentido para quem declara no completo e contribui para a previdência oficial; VGBL, para quem declara no simplificado ou é isento. Vale conferir o seu caso com quem cuida da sua declaração.

O que é regime regressivo?

É a tabela em que a alíquota de imposto cai conforme o tempo de permanência do aporte, chegando ao patamar mínimo no prazo mais longo. Costuma favorecer quem investe pensando em décadas.

Posso mudar de plano depois?

É possível portar recursos entre planos, inclusive entre instituições, respeitadas as regras de cada produto. O que não se refaz é o tempo já corrido na tabela.

Previdência substitui o INSS?

Não. É complementar. A previdência oficial continua, e o plano privado existe para reduzir a distância entre o benefício oficial e o seu padrão de vida.

Comece pela pergunta certa: para quando é esse dinheiro?

A partir dela, a escolha do plano fica simples.