Proposta e declaração de saúde por meio digital
O formulário de saúde é preenchido pelo próprio segurado, de onde ele estiver. A assinatura costuma ser eletrônica, sem exigir presença física.
Morar fora do Brasil não fecha a porta do seguro de vida tradicional: dá para contratar a distância, com o capital protegendo quem ficou dependendo da sua renda por aqui. Este não é um produto de assistência funeral — é o seguro de vida comum, pensado para quem mora fora.
Como funciona a distância
O formulário de saúde é preenchido pelo próprio segurado, de onde ele estiver. A assinatura costuma ser eletrônica, sem exigir presença física.
A seguradora avalia idade, capital pedido e as respostas da declaração de saúde. Em alguns casos, pode pedir exame complementar, que é feito no país onde o segurado mora, conforme a rede disponível.
Com a apólice ativa, o beneficiário indicado — geralmente quem ficou dependendo da renda por aqui — está pronto para receber o capital, seguindo o processo comum de sinistro se for acionado.
O que esse produto não é
Assistência funeral cobre despesas e traslado ligados ao óbito. Este é o seguro de vida tradicional, que paga um capital para sustentar quem dependia da sua renda.
A proposta e a assinatura acontecem a distância. O que muda conforme o país é a disponibilidade de exame complementar, quando a seguradora pedir.
Não é preciso que o beneficiário more no mesmo país que o segurado. O capital é pago a quem foi indicado, onde quer que essa pessoa esteja.
O que pensar antes de contratar morando fora
Quem recebe em real mesmo morando fora costuma contratar em real, com o prêmio pago por conta no Brasil ou por procurador. Quem já vive das próprias contas em outra moeda pode preferir indexar o capital a ela, para que o valor recebido corresponda ao custo de vida real da família — essa opção está descrita na página de seguro de vida em dólar.
O beneficiário não precisa morar no mesmo país que o segurado. É comum o segurado morar fora e o beneficiário — cônjuge, filhos ou pais — continuar no Brasil, dependendo daquela renda que deixou de existir aqui quando a pessoa se mudou. A apólice é desenhada para esse capital chegar a quem ficou, independentemente de onde o segurado estava.
Vale reunir, antes da cotação, onde mora hoje, há quanto tempo, e se pretende voltar ao Brasil em algum horizonte definido. Isso não muda o direito de contratar, mas ajuda a comparar seguradoras que atendem melhor o seu país de residência.
Proposta, declaração de saúde e assinatura resolvidas sem exigir presença física no Brasil.
O país onde você mora e quem ficou dependendo da sua renda no Brasil definem como a contratação a distância é conduzida.
Perguntas frequentes
Consegue, com a contratação feita a distância: proposta, declaração de saúde e assinatura por meios digitais, sem exigir presença física no Brasil na maior parte dos casos. Alguns pontos, como exame médico complementar, quando exigido, dependem de onde o segurado está.
Não. Assistência funeral cobre despesas e traslado ligados ao óbito. Aqui o produto é o seguro de vida tradicional: paga um capital ao beneficiário por morte ou invalidez, para sustentar quem ficou dependendo dessa renda — não é um serviço de funeral.
Sim. O capital é pago ao beneficiário indicado na apólice, esteja ele no Brasil ou fora, seguindo o processo comum de sinistro. Morar fora o segurado não muda para quem o capital é destinado.
A nacionalidade em si não é o ponto central; o que a seguradora avalia é onde o segurado reside, se ainda tem vínculo declarável com o Brasil e como a proposta e a declaração de saúde serão preenchidas a distância.
Em geral sim, com o prêmio pago em real por meio de conta no Brasil ou de procurador. Quem prefere indexar o capital à moeda em que vive tem esse formato descrito na página de seguro de vida em dólar.
Diga onde você mora e quem depende de você no Brasil que conduzimos a contratação a distância.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.