Cobertura de doenças graves: dinheiro na mão no diagnóstico
Seu plano de saúde paga o hospital. Esta cobertura paga o resto da sua vida enquanto você se trata — as contas que não param só porque você precisou parar.
O que essa cobertura resolve
O custo de adoecer vai muito além do tratamento
Um diagnóstico grave traz duas contas ao mesmo tempo. A primeira é médica, e o plano de saúde cobre boa parte dela. A segunda é silenciosa: a renda que cai porque você reduz a jornada, o deslocamento para o tratamento, o remédio que fica fora do rol, a pessoa contratada para ajudar em casa, a adaptação do trabalho.
A cobertura de doenças graves paga um valor único assim que o diagnóstico atende aos critérios da apólice. Não é reembolso de despesa médica: é dinheiro livre, para você decidir onde aplicar — inclusive em simplesmente não trabalhar por alguns meses sem quebrar o orçamento da casa.
Na hora de comparar, o preço é o critério menos importante. O que separa uma apólice boa de uma ruim é a lista de doenças cobertas e, sobretudo, o estágio exigido para o pagamento. Duas apólices podem dizer que cobrem câncer e exigir coisas bem diferentes — é aí que a leitura antes de assinar vale ouro.
Peça sempre a lista de doenças e o critério de estágio. Se o corretor não mostrar isso, falta o principal.
Comparamos o que realmente diferencia
Lista de doenças, estágio exigido, prazo de carência e exclusões. É onde a apólice se prova.
- Lista de doenças de cada seguradora lado a lado
- Critério de estágio explicado em português
- Carências e exclusões apontadas antes da assinatura
- Combinação com invalidez e diária de afastamento
Cotação de doenças graves
Comparamos lista de doenças e critérios, não só o preço da parcela.
Perguntas frequentes
Doenças graves: dúvidas frequentes
Quais doenças costumam estar na lista?
Câncer, infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e transplante aparecem na maioria dos produtos. A lista e o estágio exigido variam bastante — é o que mais diferencia uma apólice da outra.
O dinheiro é pago para quem?
Para você, em vida, normalmente em parcela única após o diagnóstico com os critérios da apólice. Você usa como quiser: tratamento, despesas da casa, reduzir a jornada.
Já tive uma doença grave. Posso contratar?
Pode tentar. Costuma haver exclusão da condição preexistente ou agravo de prêmio, e algumas seguradoras recusam. Declarar é obrigatório, e vale a pena mesmo com exclusão.
Tenho plano de saúde. Ainda preciso disso?
São coisas diferentes. O plano paga o hospital; esta cobertura paga a sua vida enquanto você trata — as contas que continuam chegando mesmo com você afastado.
Compare pelo que a apólice cobre, não pela parcela
Colocamos as listas de doenças lado a lado para você decidir.