Como ela subscreve
O que a Mapfre pergunta antes de aceitar lavoura, rebanho e máquina
No agrícola, a análise começa pelo zoneamento de risco climático: cultura, município e janela de plantio precisam estar dentro da referência oficial, ou o risco é tratado como exceção. Depois vêm o histórico de produtividade da área, o nível de cobertura escolhido pelo produtor — uma fração da produtividade esperada, definida na proposta — e o valor por unidade que será usado na indenização. A apólice é contratada antes do plantio ou logo depois, e fecha a janela quando a lavoura já está estabelecida.
No pecuário, a companhia quer saber a finalidade do rebanho, o sistema de criação, a sanidade da propriedade e, para animais de valor individual, o exame veterinário e o registro. Rebanho de corte em pasto, rebanho de leite confinado e reprodutor de leilão são três riscos diferentes, com três prêmios. Em máquinas, o que decide é o valor do bem, a idade, se há financiamento e se a máquina se desloca entre propriedades ou trabalha em uma só.
A subvenção federal ao prêmio entra nessa etapa. Quando o programa está aberto e a cultura e o município se enquadram, a seguradora aplica o desconto na apólice, e o produtor paga só a parte que sobra. O enquadramento tem regra e tem fila, e é uma das coisas que conferimos antes de emitir. A razão de a Mapfre ter estrutura para tudo isso no interior está contada na página da companhia; aqui interessa o que ela pede de você.