Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
Operação aeroportuária

Seguro para aeroportos

A infraestrutura aeroportuária responde por um volume constante de pessoas, bagagem e aeronaves de terceiros dentro de um espaço que ela administra, mas não é dona do que circula nele. Este é o seguro do operador, não da aeronave.

Duas apólices que não se confundem

Infraestrutura do aeroporto e aeronave são riscos separados

Confundir os dois é o erro mais comum quando o assunto é aviação.

Este seguro cobre

  • Terminal, pista, pátio e equipamento de solo
  • RC do operador por dano a passageiro e a terceiros
  • Aeronave de terceiro sob guarda do pátio, quando prevista
  • Interrupção da operação por sinistro na infraestrutura

O seguro de aeronave cobre

  • O casco e os motores da aeronave em si
  • Responsabilidade civil de quem a opera em voo
  • Tripulação e passageiros daquele voo específico
  • É contratado por quem é dono ou opera a aeronave

Quem administra o aeroporto e quem é dono da aeronave contratam apólices diferentes, com seguradoras que podem ser diferentes também.

Onde a inspeção concentra atenção

Pátio, terminal e o que está embaixo da pista

A inspeção prévia de um risco aeroportuário observa o combate a incêndio do terminal, o sistema de balizamento da pista, o controle de acesso ao pátio e o histórico de incidentes com aeronaves de terceiros sob a guarda do operador.

O terminal de passageiros concentra o maior fluxo de pessoas e, com ele, a maior exposição de responsabilidade civil: escada rolante, esteira de bagagem, piso molhado, sinalização. O pátio concentra o maior valor em risco, porque abriga aeronaves de terceiros durante o solo.

A carga aérea, quando existe terminal próprio, entra como uma terceira frente: armazenagem temporária de mercadoria que não é do aeroporto, mas está sob a sua guarda enquanto aguarda embarque.

A apólice de um aeroporto quase sempre nasce em cosseguro: o valor concentrado num único ponto de infraestrutura crítica raramente cabe numa seguradora só.

O operador, não a aeronave

Terminal, pátio, pista e a responsabilidade civil de quem administra a operação — com inspeção prévia e cosseguro quando o porte pede.

  • Infraestrutura separada do seguro da aeronave
  • Responsabilidade civil de operador aeroportuário
  • Aeronave de terceiro sob guarda do pátio, quando aplicável
  • Cotação em cosseguro para operação de grande porte

Cotação para aeroporto

Porte, modelo de gestão e o que precisa de cobertura definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Aeroportos: dúvidas frequentes

Esse seguro cobre a aeronave que pousa no aeroporto?

Não. A aeronave tem apólice própria, contratada por quem a opera. Este seguro é da infraestrutura aeroportuária — pista, pátio, terminal — e da responsabilidade civil de quem administra o aeroporto.

O que é responsabilidade civil de operador aeroportuário?

É a cobertura pelo dano que a operação do aeroporto causa a terceiros: passageiro que se machuca no terminal, bagagem extraviada por falha do sistema, dano a aeronave de terceiro dentro do pátio sob a guarda do operador.

Um pequeno aeródromo regional entra na mesma categoria?

Entra na mesma lógica, em outra escala. O que muda é o limite de indenização e o escopo da inspeção prévia, não o tipo de cobertura.

Equipamento de pátio como esteira e trator de reboque é coberto?

Pode ser incluído como equipamento da operação, dentro da apólice patrimonial do aeroporto, separado da responsabilidade civil.

Concessionária que administra o aeroporto contrata o mesmo seguro que uma estatal?

O tipo de cobertura é o mesmo; o desenho da apólice varia com o contrato de concessão, que costuma exigir limites mínimos de responsabilidade civil.

A operação aeroportuária tem risco próprio

Descreva o porte e o modelo de gestão que orientamos a cotação.