Aeroporto
Pátio, terminal e operação aeroportuária — diferente do seguro da própria aeronave.
Indústria pesada, infraestrutura crítica e patrimônio de grande porte pedem outro tipo de apólice: limite de indenização alto, inspeção prévia do risco e mais de uma seguradora dividindo o mesmo contrato. É outra escala, não outro produto.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia, depois da análise técnica.
O que muda de escala
A diferença não é o nome do produto: é como a apólice é construída antes de existir.
Nenhuma dessas diferenças é sobre o tamanho da empresa: é sobre a concentração de valor num único ponto de risco.
Três engrenagens do mesmo desenho
Três peças aparecem em quase toda apólice deste porte, em proporção diferente conforme o setor.
| Peça | O que é | Por que existe |
|---|---|---|
| Limite de indenização alto | A importância segurada passa da capacidade de retenção de uma seguradora só | Sem ele, um sinistro único quebraria a companhia que segurasse sozinha |
| Inspeção prévia de risco | Engenheiro ou perito avalia a instalação antes de qualquer preço sair | O valor em jogo não permite aceitar pela descrição enviada por e-mail |
| Cosseguro e resseguro | Mais de uma seguradora, ou uma seguradora e uma resseguradora, dividem o limite | Reparte o risco para que nenhuma parte fique exposta ao valor inteiro |
A apólice sob medida nasce dessas três peças — por isso ela demora mais para sair do que uma cotação de balcão.
Por operação
Cada card leva à página do risco. Nenhuma repete a outra: cada uma entra pelo que só aquela operação concentra.
Pátio, terminal e operação aeroportuária — diferente do seguro da própria aeronave.
Coleção de museu ou instituição, e obra em trânsito para exposição.
RC e K&R para empresa com executivo exposto a viagem e operação de risco.
Cobertura contra ato terrorista, quase sempre como extensão de uma apólice patrimonial de grande porte.
Turbina, barragem e interrupção de geração numa só operação.
Torre, cabo e a extensão geográfica de um ativo que atravessa propriedades de terceiros.
Equipamento pesado, barragem de rejeito e responsabilidade civil ambiental de grande escala.
O prédio e a operação do museu — diferente da coleção que ele guarda.
Operação do porto e do terminal, com o equipamento de movimentação de carga.
Descreva a operação e o valor aproximado em risco. A partir daí orientamos sobre inspeção, cosseguro e o caminho até a cotação.
Setor e valor aproximado em risco já orientam a primeira análise.
Perguntas frequentes
Em regra, o valor em risco: quando a importância segurada passa de um patamar que nenhuma seguradora aceita reter sozinha, o risco muda de categoria. A partir daí entram inspeção prévia, cosseguro ou resseguro e uma apólice desenhada caso a caso.
É duas ou mais seguradoras dividindo a mesma apólice, cada uma respondendo por uma fração do limite. O segurado tem um contrato só e um corretor só; por trás dele, o risco está repartido.
É outra camada: a seguradora que emite a apólice repassa parte do risco a uma resseguradora, sem que isso apareça para o segurado. Cosseguro divide entre seguradoras visíveis no contrato; resseguro é entre a seguradora e quem está atrás dela.
Porque o valor em jogo não permite aceitar pela descrição do risco. Um engenheiro ou perito da seguradora, ou contratado por ela, visita a instalação, avalia proteção contra incêndio, manutenção e exposição, e só depois sai um preço.
Pode entrar, se a atividade concentra valor alto num ponto só — um museu com acervo de valor de mercado elevado, uma usina, um terminal portuário. O que importa é a concentração de risco, não o número de funcionários.
Em regra sim, porque depende de inspeção e, muitas vezes, de cotação em mais de uma seguradora antes de fechar o cosseguro. Vale começar a conversa com antecedência do vencimento da apólice atual.
Descreva a operação e o valor aproximado em risco.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.