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Risco industrial e institucional

Seguros para grandes riscos

Indústria pesada, infraestrutura crítica e patrimônio de grande porte pedem outro tipo de apólice: limite de indenização alto, inspeção prévia do risco e mais de uma seguradora dividindo o mesmo contrato. É outra escala, não outro produto.

Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia, depois da análise técnica.

O que muda de escala

Empresarial comum e grande risco não são o mesmo desenho

A diferença não é o nome do produto: é como a apólice é construída antes de existir.

Empresarial comum

  • Cotação por tabela, com poucas variáveis
  • Uma seguradora aceita o risco inteiro
  • Vistoria simples ou nem sempre existe
  • Apólice padronizada, com poucas cláusulas específicas
  • Fecha em dias

Grande risco

  • Cotação caso a caso, sob medida
  • Cosseguro ou resseguro dividem o limite entre seguradoras
  • Inspeção prévia por engenheiro ou perito de risco
  • Cláusulas negociadas para a operação específica
  • Fecha em semanas, e vale começar cedo

Nenhuma dessas diferenças é sobre o tamanho da empresa: é sobre a concentração de valor num único ponto de risco.

Três engrenagens do mesmo desenho

O que sustenta uma apólice de grande risco

Três peças aparecem em quase toda apólice deste porte, em proporção diferente conforme o setor.

PeçaO que éPor que existe
Limite de indenização altoA importância segurada passa da capacidade de retenção de uma seguradora sóSem ele, um sinistro único quebraria a companhia que segurasse sozinha
Inspeção prévia de riscoEngenheiro ou perito avalia a instalação antes de qualquer preço sairO valor em jogo não permite aceitar pela descrição enviada por e-mail
Cosseguro e resseguroMais de uma seguradora, ou uma seguradora e uma resseguradora, dividem o limiteReparte o risco para que nenhuma parte fique exposta ao valor inteiro

A apólice sob medida nasce dessas três peças — por isso ela demora mais para sair do que uma cotação de balcão.

Por operação

Nove riscos que pedem desenho próprio

Cada card leva à página do risco. Nenhuma repete a outra: cada uma entra pelo que só aquela operação concentra.

Terrorismo

Cobertura contra ato terrorista, quase sempre como extensão de uma apólice patrimonial de grande porte.

Apólice sob medida começa por uma conversa técnica

Descreva a operação e o valor aproximado em risco. A partir daí orientamos sobre inspeção, cosseguro e o caminho até a cotação.

  • Leitura inicial da operação e do valor em risco
  • Orientação sobre inspeção prévia e documentação
  • Cotação com mais de uma seguradora quando o porte pede cosseguro
  • Um interlocutor só do primeiro contato à apólice emitida

Fale sobre um grande risco

Setor e valor aproximado em risco já orientam a primeira análise.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Grandes riscos: dúvidas frequentes

O que torna um risco 'grande risco' e não apenas empresarial comum?

Em regra, o valor em risco: quando a importância segurada passa de um patamar que nenhuma seguradora aceita reter sozinha, o risco muda de categoria. A partir daí entram inspeção prévia, cosseguro ou resseguro e uma apólice desenhada caso a caso.

O que é cosseguro?

É duas ou mais seguradoras dividindo a mesma apólice, cada uma respondendo por uma fração do limite. O segurado tem um contrato só e um corretor só; por trás dele, o risco está repartido.

E resseguro, é diferente?

É outra camada: a seguradora que emite a apólice repassa parte do risco a uma resseguradora, sem que isso apareça para o segurado. Cosseguro divide entre seguradoras visíveis no contrato; resseguro é entre a seguradora e quem está atrás dela.

Por que existe inspeção prévia antes da cotação?

Porque o valor em jogo não permite aceitar pela descrição do risco. Um engenheiro ou perito da seguradora, ou contratado por ela, visita a instalação, avalia proteção contra incêndio, manutenção e exposição, e só depois sai um preço.

Uma empresa de porte médio também entra em grandes riscos?

Pode entrar, se a atividade concentra valor alto num ponto só — um museu com acervo de valor de mercado elevado, uma usina, um terminal portuário. O que importa é a concentração de risco, não o número de funcionários.

A apólice sob medida demora mais para sair?

Em regra sim, porque depende de inspeção e, muitas vezes, de cotação em mais de uma seguradora antes de fechar o cosseguro. Vale começar a conversa com antecedência do vencimento da apólice atual.

Risco concentrado pede desenho próprio, não tabela

Descreva a operação e o valor aproximado em risco.