RETA
Obrigatório para toda aeronave. Limites mínimos fixados em norma, por passageiro, tripulante, pessoa e bem no solo. Sem ele, a aeronave não está regular para voar.
Toda aeronave voa com um seguro obrigatório, o RETA. Quase nenhuma deveria voar só com ele. O casco protege o bem, a responsabilidade civil facultativa protege o dono, e a cláusula de pilotos decide se a apólice paga.
As três camadas
A apólice de aeronave é montada em camadas. A primeira é lei; as outras duas são decisão do proprietário.
Obrigatório para toda aeronave. Limites mínimos fixados em norma, por passageiro, tripulante, pessoa e bem no solo. Sem ele, a aeronave não está regular para voar.
A aeronave em si, em solo e em voo, por valor acordado. Motor, aviônicos e hélice entram no valor declarado.
Limite acima do RETA para danos a terceiros e passageiros. É o que separa um acidente coberto de um patrimônio pessoal consumido.
Quem cota isso
O ramo aeronáutico não funciona como o de carro. Não há tabela, não há cotação instantânea e não há dezena de seguradoras disputando o risco. Um grupo pequeno de companhias opera o ramo, cada uma com analista dedicado, e a proposta é avaliada aeronave por aeronave: tipo, ano de fabricação, horas de célula e motor, base de operação, uso e quem pilota.
O valor do casco é acordado na contratação, e não referenciado em tabela. Isso obriga a documentar: laudo, registro de manutenção, avaliação. Em compensação, evita a discussão de perda total que atormenta o seguro de carro.
A cláusula de pilotos é o coração da apólice. Ela nomeia quem pode operar a aeronave e exige habilitação, horas totais e horas no tipo. Voo com piloto fora dela, ainda que habilitado, dá recusa. É a cláusula que precisa ser revista toda vez que um piloto entra ou sai da operação.
Somos corretora e não temos como prometer aceitação: no aeronáutico, menos ainda. O que fazemos é montar o pedido do jeito que o analista da seguradora precisa receber.
Como se cota uma aeronave
Matrícula, certificado, horas de célula e motor, registro de manutenção e base. É o que o analista lê antes de tarifar.
Uso declarado, área de operação, habilitações e horas de cada piloto nomeado. Sai daqui a cláusula de pilotos.
Pedido montado e levado às companhias que operam aeronáutico, com RETA, casco e RC facultativa cotados em conjunto.
Aeronáutico não aceita formulário incompleto. Organizamos a documentação e levamos às seguradoras que operam o ramo.
Perguntas frequentes
É o seguro obrigatório de Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo, exigido pela legislação aeronáutica para toda aeronave. Cobre danos a passageiros, tripulantes, pessoas e bens no solo e colisão com outra aeronave, dentro de limites fixados em norma.
Não. Os limites do RETA são mínimos legais e ficam muito abaixo do prejuízo de um acidente real. O proprietário complementa com responsabilidade civil facultativa de limite maior.
Cobre, e a apólice separa o risco em solo do risco em voo. Aeronave que passa meses hangarada pode contratar só o risco em solo no período parado.
Quem estiver nomeado na cláusula de pilotos, com habilitação válida e horas de voo no tipo. Voo com piloto fora da cláusula é motivo de recusa.
Poucas. O ramo aeronáutico é operado por um grupo restrito de seguradoras, com análise caso a caso. Por isso a cotação leva mais tempo e pede documentação completa.
Tem, com aceitação mais restrita e tarifação própria. Aviação agrícola é dos riscos mais difíceis de colocar, pelo tipo de operação.
Montamos o pedido e levamos às seguradoras que operam aeronáutico.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.