Clima ao longo do traçado
Vendaval, descarga atmosférica e queda de árvore atingem um trecho qualquer dos quilômetros percorridos, não um ponto único e previsível.
Uma linha de transmissão não fica num endereço: percorre um traçado inteiro, exposto a clima, vegetação e a atividade de terceiros embaixo dela. A apólice precisa cobrir um ativo linear, não um prédio.
O que ameaça um ativo linear
Vendaval, descarga atmosférica e queda de árvore atingem um trecho qualquer dos quilômetros percorridos, não um ponto único e previsível.
Quem constrói, planta ou opera máquina embaixo da faixa de servidão pode causar dano à linha e sofrer dano dela — responsabilidade civil corre nos dois sentidos.
Ao contrário do cabo, a subestação é um ponto fixo que concentra equipamento elétrico de alto valor e pede inspeção própria.
Trecho fora de operação deixa de transmitir e, quando contratado, aciona lucros cessantes pela receita não faturada.
Como se declara um risco que se estende no espaço
Diferente de uma fábrica ou de um galpão, a linha de transmissão não tem uma localização única para inspecionar: tem um traçado que passa por terreno rural, vegetação densa e, em alguns trechos, perímetro urbano. A inspeção prévia avalia o traçado por segmento, e não o ativo como um ponto só.
A faixa de servidão — a área ao redor da linha onde terceiros não podem construir ou operar livremente — é o principal fator de risco de responsabilidade civil: invasão da faixa por construção irregular ou maquinário agrícola alto é causa recorrente de dano à linha e de acidente.
Faixa de tensão, extensão e perfil do terreno definem juntos o desenho da apólice — por isso a cotação começa pelo traçado, não pelo valor do contrato de concessão.
Avaliamos o traçado por segmento, com atenção à faixa de servidão e à subestação como ponto concentrado.
Extensão, tensão e perfil do terreno orientam a apólice.
Perguntas frequentes
A extensão geográfica. Um ativo que atravessa dezenas ou centenas de quilômetros não tem um endereço só — tem um traçado inteiro exposto a clima, terceiros e acesso, e a apólice precisa refletir isso.
É um dos principais, junto com queda de árvore sobre o cabo, descarga atmosférica e dano por terceiro que opera equipamento perto da faixa de servidão.
Pode responder, por responsabilidade civil, quando o dano decorre da operação ou de falha de manutenção da faixa. É por isso que RC costuma acompanhar a apólice patrimonial da linha.
Costuma entrar, com tratamento próprio dentro do mesmo contrato: a subestação concentra equipamento elétrico de alto valor num ponto fixo, diferente do cabo que se estende no traçado.
Gera, quando contratado, para a receita de transmissão que deixa de ser faturada enquanto o trecho afetado está fora de operação.
Informe extensão, tensão e perfil do terreno que avaliamos.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.