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Ativo linear de energia

Seguro para linha de transmissão

Uma linha de transmissão não fica num endereço: percorre um traçado inteiro, exposto a clima, vegetação e a atividade de terceiros embaixo dela. A apólice precisa cobrir um ativo linear, não um prédio.

O que ameaça um ativo linear

Quatro riscos que só existem por causa da extensão

Clima ao longo do traçado

Vendaval, descarga atmosférica e queda de árvore atingem um trecho qualquer dos quilômetros percorridos, não um ponto único e previsível.

Terceiro sob a linha

Quem constrói, planta ou opera máquina embaixo da faixa de servidão pode causar dano à linha e sofrer dano dela — responsabilidade civil corre nos dois sentidos.

Subestação como ponto concentrado

Ao contrário do cabo, a subestação é um ponto fixo que concentra equipamento elétrico de alto valor e pede inspeção própria.

Interrupção do fornecimento

Trecho fora de operação deixa de transmitir e, quando contratado, aciona lucros cessantes pela receita não faturada.

Como se declara um risco que se estende no espaço

A apólice segue o traçado, não um endereço

Diferente de uma fábrica ou de um galpão, a linha de transmissão não tem uma localização única para inspecionar: tem um traçado que passa por terreno rural, vegetação densa e, em alguns trechos, perímetro urbano. A inspeção prévia avalia o traçado por segmento, e não o ativo como um ponto só.

A faixa de servidão — a área ao redor da linha onde terceiros não podem construir ou operar livremente — é o principal fator de risco de responsabilidade civil: invasão da faixa por construção irregular ou maquinário agrícola alto é causa recorrente de dano à linha e de acidente.

Faixa de tensão, extensão e perfil do terreno definem juntos o desenho da apólice — por isso a cotação começa pelo traçado, não pelo valor do contrato de concessão.

Um ativo linear pede inspeção por trecho

Avaliamos o traçado por segmento, com atenção à faixa de servidão e à subestação como ponto concentrado.

  • Cobertura patrimonial ao longo de todo o traçado
  • Responsabilidade civil por dano de e para terceiro na faixa
  • Subestação com tratamento próprio no mesmo contrato
  • Lucros cessantes por trecho interrompido, quando contratado

Cotação para linha de transmissão

Extensão, tensão e perfil do terreno orientam a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Vegetação densa e perímetro urbano mudam o risco de terceiro e de queda de árvore.

Perguntas frequentes

Linha de transmissão: dúvidas frequentes

O que muda numa linha de transmissão em relação a um patrimônio comum?

A extensão geográfica. Um ativo que atravessa dezenas ou centenas de quilômetros não tem um endereço só — tem um traçado inteiro exposto a clima, terceiros e acesso, e a apólice precisa refletir isso.

Torre derrubada por vendaval é o principal risco?

É um dos principais, junto com queda de árvore sobre o cabo, descarga atmosférica e dano por terceiro que opera equipamento perto da faixa de servidão.

A concessionária responde por dano a quem mora perto da linha?

Pode responder, por responsabilidade civil, quando o dano decorre da operação ou de falha de manutenção da faixa. É por isso que RC costuma acompanhar a apólice patrimonial da linha.

Subestação entra na mesma apólice da linha?

Costuma entrar, com tratamento próprio dentro do mesmo contrato: a subestação concentra equipamento elétrico de alto valor num ponto fixo, diferente do cabo que se estende no traçado.

Interrupção de fornecimento por dano à linha gera lucros cessantes?

Gera, quando contratado, para a receita de transmissão que deixa de ser faturada enquanto o trecho afetado está fora de operação.

O risco corre pelo traçado inteiro

Informe extensão, tensão e perfil do terreno que avaliamos.