Construção e montagem
Riscos de engenharia cobre a fundação, a torre erguida e a turbina em instalação e teste, até a entrada em operação comercial.
Um parque eólico combina o mesmo desenho de risco de qualquer usina de geração — máquina de alto valor, receita ligada à operação contínua — espalhado por dezenas de turbinas num terreno extenso, cada uma exposta ao vento que também é a sua fonte de receita.
Da obra à operação
Riscos de engenharia cobre a fundação, a torre erguida e a turbina em instalação e teste, até a entrada em operação comercial.
Quebra de máquinas responde pela falha súbita da nacele, do gerador e da pá já em funcionamento normal.
Lucros cessantes cobre a receita que deixa de entrar enquanto a turbina afetada está parada por um sinistro coberto pela apólice patrimonial.
Onde o risco se concentra
| Ponto | O que pode falhar | O que costuma responder |
|---|---|---|
| Nacele e gerador | Falha súbita de componente, superaquecimento, vibração fora do padrão | Quebra de máquinas, com inspeção de manutenção preventiva |
| Pá do rotor | Fadiga de material, impacto de raio, vento acima do limite de projeto | Patrimonial com inspeção técnica do fabricante e do operador |
| Receita de geração | Turbina parada por sinistro coberto, contrato de venda de energia em risco | Lucros cessantes, casado com a apólice patrimonial |
A extensão do parque pelo terreno também expõe cabos e subestação interna a risco elétrico próprio, avaliado junto com o das turbinas.
Orientamos qual fase o parque está vivendo e montamos riscos de engenharia, quebra de máquinas e lucros cessantes de forma casada.
Fase, número de turbinas e capacidade instalada definem o desenho.
Perguntas frequentes
Em regra sim, nas mesmas duas frentes de qualquer usina: riscos de engenharia enquanto o parque está em construção e montagem, e patrimonial operacional depois que as turbinas entram em geração, quase sempre com lucros cessantes casado.
A própria máquina — nacele, gerador e pá — porque concentra a maior parte do valor do equipamento e é o ponto mais exposto a falha mecânica e a evento climático extremo.
Pode ser, dentro da apólice patrimonial ou de quebra de máquinas, conforme a causa identificada — vento extremo, fadiga de material, falha de fabricação — e as condições contratadas.
Cobre a receita que deixa de entrar enquanto uma ou mais turbinas ficam paradas por um sinistro coberto pela apólice patrimonial — não pela variação natural do vento de um período para o outro.
Costuma segurar por unidade geradora, para que a parada de uma turbina não force a leitura do valor segurado do parque inteiro — mesma lógica aplicada a hidrelétricas com mais de uma unidade.
Descreva a fase e o número de turbinas que orientamos a apólice.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.