Cobertura contra terrorismo
A maior parte das apólices patrimoniais exclui ato terrorista por padrão. Para infraestrutura crítica e local de grande público, essa exclusão vira risco descoberto — e a resposta é uma extensão contratada à parte.
Por que a exclusão padrão existe
Ato terrorista é tratado como risco à parte, não como incêndio comum
Apólices patrimoniais são precificadas para riscos com frequência e severidade conhecidas: incêndio, vendaval, roubo. Ato terrorista tem um perfil de risco diferente — baixa frequência, severidade potencialmente concentrada — e por isso o mercado o trata à parte, quase sempre como exclusão expressa na apólice base.
A extensão de terrorismo é contratada sobre essa apólice patrimonial já existente, com limite próprio, muitas vezes inferior ao limite do restante do patrimônio, e sublimites específicos conforme o tipo de instalação.
Infraestrutura crítica — energia, telecomunicações, transporte — e locais que concentram grande público num só ponto costumam ser os primeiros a avaliar essa extensão, porque combinam valor concentrado com exposição pública.
Guerra declarada entre estados costuma ter tratamento e exclusão próprios, separados do ato terrorista — a fronteira entre os dois merece leitura atenta da apólice.
Extensão sobre a apólice que já existe
Avaliamos junto com a apólice patrimonial de base, com limite e sublimite adequados ao perfil da instalação.
- Leitura da exclusão na apólice patrimonial atual
- Extensão com limite dimensionado à instalação
- Avaliação separada de guerra e conflito armado
- Prioridade para infraestrutura crítica e grande público
Consulta sobre cobertura de terrorismo
Perfil da instalação e apólice de base já existente orientam a análise.
Perguntas frequentes
Cobertura de terrorismo: dúvidas frequentes
Terrorismo já não está incluído no seguro patrimonial comum?
Em regra não. A maioria das apólices patrimoniais exclui ato terrorista de forma expressa, e a cobertura precisa ser contratada como extensão específica.
Para que tipo de instalação essa cobertura faz mais sentido?
Para infraestrutura crítica — energia, transporte, telecomunicações — e para local de grande público, como estádio, centro de convenções ou shopping de grande porte.
A cobertura de terrorismo é vendida separada ou junto com outra apólice?
Quase sempre como extensão de uma apólice patrimonial de grande porte já existente, não como produto isolado.
O que costuma ficar de fora mesmo com a extensão contratada?
Guerra declarada e conflito armado entre estados costumam ter tratamento à parte, com exclusões próprias — vale ler a apólice base com atenção a essa fronteira.
Empresa de porte médio contrata essa cobertura?
Contrata quando a atividade concentra público ou é considerada infraestrutura sensível, independente do porte da empresa em si.
Veja também
A exclusão padrão vira risco descoberto sem essa extensão
Descreva a instalação e a apólice de base que avaliamos.