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Experimental, ultraleve e piloto desportivo

Seguro para ultraleve e experimental: aceitação restrita, casco baixo e RC no centro

Quem constrói a própria aeronave ou voa um ultraleve no fim de semana descobre que a maior parte das seguradoras não quer o risco. Não é recusa pessoal; é a categoria. Esta página explica por que o mercado restringe, o que costuma ser possível contratar e como proteger o piloto quando o casco não sai.

Por que o mercado restringe

Sem fabricante certificado, cada aeronave é única para a seguradora

O seguro de aeronave certificada parte de uma referência: o fabricante, o programa de manutenção, o histórico do modelo. O experimental não tem nada disso. Foi montado em kit ou construído do zero, é mantido pelo próprio dono e o histórico de horas e reparos existe só no caderno dele. A seguradora que aceita a categoria analisa aeronave por aeronave, e a que não aceita simplesmente não cota.

O ultraleve de fábrica é um pouco mais fácil, porque há fabricante e modelo conhecidos, mas a operação continua sendo a que a seguradora menos gosta: pista curta de terra, voo baixo de lazer, piloto com habilitação desportiva e poucas horas por ano. O trike e o motoplanador estão na mesma conversa, cada um com a sua análise.

O resultado é uma apólice de perfil diferente da que a página de seguro para aeronave descreve. O RETA é obrigatório e sai. A responsabilidade civil facultativa costuma sair, com limite moderado. O casco é a camada incerta: valor baixo quando oferecido, franquia alta, exclusões para acrobacia e competição, e recusa em parte das seguradoras.

Somos corretora, e no ultraleve dizemos com todas as letras: não prometemos aceitação. O que fazemos é apresentar a aeronave e o piloto às poucas seguradoras que olham a categoria.

Três aeronaves, três análises

O que a seguradora pergunta em cada categoria

O experimental em kit

Quem montou, com que kit, há quanto tempo voa e quem mantém. Construtor que é o próprio piloto e mecânico é o perfil típico, e a seguradora quer saber se há oficina por trás.

O ultraleve avançado de fábrica

Fabricante e modelo conhecidos ajudam. A pergunta vira a pista, a frequência de voo e a habilitação desportiva do piloto. É a categoria em que o casco sai com mais frequência.

O trike e o motoplanador

Operação de lazer puro, decolagem de campo aberto e piloto desportivo. RETA e RC são o que se contrata; o casco é raro, e a proteção da pessoa vem do seguro de acidentes pessoais.

O que sai e o que trava

No ultraleve, o que a seguradora costuma aceitar e o que costuma recusar

A lista muda de companhia para companhia. Esta é a tendência que vemos ao apresentar a categoria.

Costuma sair

  • RETA, obrigatório, emitido para a matrícula
  • RC facultativa com limite moderado, acima do mínimo
  • Casco em ultraleve de fábrica com manutenção em oficina
  • Acidentes pessoais do piloto que admita atividade aérea desportiva

Costuma travar

  • Casco de experimental construído do zero, sem oficina
  • Voo acrobático, competição e rasante sem cobertura específica
  • Piloto sem habilitação desportiva válida ou sem horas no tipo
  • Pista de operação não declarada na proposta

Quando o casco não sai, o piloto ainda pode se proteger. A página de seguro para esporte de risco mostra como a atividade aérea entra no seguro de pessoa.

A aeronave e o piloto apresentados a quem olha a categoria

Levamos o ultraleve às seguradoras que aceitam experimental, com o RETA garantido e o casco tentado onde há chance.

  • RETA emitido de saída, para a aeronave voar regular
  • RC facultativa cotada em mais de uma seguradora que aceita a categoria
  • Casco apresentado com manutenção e histórico documentados
  • Acidentes pessoais do piloto oferecidos quando o casco não sai

Cotação de seguro para ultraleve ou experimental

Tipo, manutenção, como voa e o que quer cotar abrem a análise.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Ultraleve: o que os pilotos perguntam

Ultraleve e experimental têm seguro?

Têm, com aceitação restrita. Poucas seguradoras aceitam a categoria, a análise é caso a caso e o casco costuma ser oferecido por valor baixo ou nem oferecido. O RETA e a responsabilidade civil são o que se consegue com mais facilidade.

Por que a seguradora restringe o experimental?

Porque não há fabricante certificado respondendo pela aeronave. O experimental montado em kit ou construído pelo dono tem manutenção feita pelo próprio proprietário e histórico que só ele conhece. A seguradora não tem tabela para isso e trata cada aeronave como única.

O piloto desportivo pesa na aceitação?

Pesa mais que a aeronave. Piloto que voa no fim de semana, com poucas horas por ano e sem operação regular, é lido como risco maior do que o profissional. Habilitação desportiva válida e horas no tipo são o que o analista pergunta.

Vale a pena fazer casco num ultraleve?

Depende do valor da aeronave e do que a seguradora oferece. Em ultraleve de baixo valor, o casco pode custar proporcionalmente muito, e parte dos donos contrata só RETA e RC. Em experimental avançado, com aviônicos caros, o casco faz sentido quando alguma seguradora aceita.

Voar de pista de fazenda ou de campo de aeroclube muda alguma coisa?

Muda a exclusão. Pista de terra curta, sem infraestrutura, é o cenário do ultraleve, e a seguradora quer a base declarada. Voo acrobático, competição e rasante são exclusões comuns, e precisam de cobertura específica quando existem.

Se a seguradora recusar o casco, o que resta?

Resta proteger quem voa e quem está no chão. RETA, RC facultativa e um seguro de acidentes pessoais do piloto que admita a atividade aérea desportiva cobrem a responsabilidade e a pessoa, mesmo com a aeronave fora do casco.

Poucas seguradoras olham o experimental. Sabemos quais.

Apresentamos a aeronave e o piloto a quem aceita a categoria, com o RETA emitido e o casco tentado.