Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
A moto que dorme na rua

Seguro para scooter: uso diário, garagem que não existe e furto de peças

A scooter é a moto que mais estaciona na rua. Vai para o trabalho, para o mercado, para a porta do prédio sem vaga de moto, e passa o dia exposta a um risco que a apólice comum de moto não enxerga bem: a peça levada com o veículo no lugar. Esta página é sobre o que muda no seguro quando a moto é uma scooter e a garagem é a calçada.

O uso que define o risco

Três coisas que a scooter faz mais do que qualquer outra moto

Roda todo dia, em trajeto curto

Casa, trabalho, escola, mercado. A scooter acumula quilômetro em trânsito urbano, onde a queda em baixa velocidade é o sinistro mais frequente. A colisão custa carenagem, e a franquia precisa ser lida contra o valor do reparo.

Fica onde dá

Prédio sem vaga de moto, calçada, vaga da rua. O pernoite fora de garagem é a resposta que mais pesa no preço e na aceitação, e a scooter é o veículo que mais responde assim.

Perde peça sem sair do lugar

Retrovisor, painel, bateria, carenagem lateral, capacete preso no gancho. O furto parcial é o evento típico da scooter, e quase nunca está na cobertura básica de roubo e furto.

Peça por peça

O que costuma sumir de uma scooter parada e como a apólice trata

O que levamCobertura que respondeObservação
RetrovisoresFurto parcialFora da cobertura básica de roubo
Painel e farolFurto parcialFranquia pode se aproximar do valor da peça
BateriaFurto parcialCláusula de peças, quando existe
Carenagem lateralFurto parcial ou vandalismoVandalismo é cobertura à parte
Capacete preso no ganchoEm regra, nenhumaAlguns produtos aceitam com limite
Baú traseiroAcessório declaradoSem declaração, não existe para a apólice
A scooter inteiraRoubo e furtoA única que toda apólice de moto traz

A coluna do meio é a regra do mercado. Cada seguradora nomeia a cobertura de peças de um jeito, e é isso que a corretora traduz na proposta.

Garagem que não existe

O pernoite na rua, o rastreador e a vaga que o prédio não tem

A proposta de seguro pergunta onde o veículo passa a noite, e a resposta da scooter costuma ser a que a seguradora menos gosta: na rua, na porta de casa, na calçada do prédio. Isso não impede o seguro. Muda o preço da cobertura de roubo, pode trazer exigência de rastreador e, em alguns produtos, restringe a cobertura de peças. O que não pode acontecer é declarar garagem fechada e deixar a scooter na calçada, porque o sinistro de roubo começa conferindo o endereço e o local.

Prédio sem vaga de moto é a situação mais comum. A scooter fica na garagem coletiva, sem vaga demarcada, ou na área externa do condomínio. Para a seguradora, garagem coletiva com portão é garagem; área externa dentro do muro é meio-termo; calçada é rua. Cada uma dessas respostas tem um lugar na proposta, e a corretora escolhe a que descreve a sua situação sem forçar.

Durante o dia, a scooter fica onde o trabalho permite. Estacionamento fechado da empresa, vaga de moto na rua ou calçada. A seguradora pergunta menos sobre o dia do que sobre a noite, mas o furto de peça acontece justamente no expediente, e é nessa hora que a cláusula de peças mostra para que serve.

Uma apólice que sabe que a scooter fica na rua

Declaramos o pernoite como ele é, pedimos a cobertura de peças nas seguradoras que a oferecem e comparamos a franquia da colisão com o valor de uma carenagem.

  • Pernoite declarado com precisão, sem garagem inventada
  • Cobertura de furto parcial comparada entre as seguradoras que a vendem
  • Franquia da colisão lida contra o custo real do reparo de scooter
  • Baú e acessórios declarados para não sumirem da indenização

Cotação de seguro para scooter

Onde estaciona, onde dorme e o que quer proteger definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Scooter: o que perguntam depois de perder o retrovisor

Scooter tem seguro diferente de moto?

Não, é a mesma apólice de auto para motocicleta. O que muda é o perfil de risco: a scooter roda todo dia na cidade, estaciona na rua e tem carenagem e retrovisor fáceis de arrancar. As perguntas da seguradora acompanham esse uso.

Furto de peças está coberto?

Só com cobertura de roubo ou furto parcial, que nem toda apólice de moto traz. Sem ela, a seguradora paga a scooter inteira quando ela some e nada quando levam o retrovisor, o painel ou a bateria. Em scooter, é a cláusula que mais faz falta.

Minha scooter dorme na rua. A seguradora aceita?

Aceita com preço maior e, em alguns casos, com rastreador ou restrição na cobertura de roubo. A pergunta sobre pernoite é a que mais pesa na scooter porque ela é o veículo que mais costuma ficar fora de garagem, na porta do prédio ou na calçada.

A carenagem quebrada numa queda é coberta?

É, pela cobertura de colisão, com a franquia da apólice. Em scooter a carenagem é boa parte do custo do reparo, e a franquia pode chegar perto do valor do conserto. Vale ver a franquia antes de contratar colisão numa scooter de menor valor.

Scooter de aplicativo de aluguel por minuto tem seguro meu?

Não. A scooter compartilhada é da empresa, com a apólice dela e as regras dela. Esta página é para quem tem a própria scooter; o que a locadora cobre e o que deixa com o usuário está no contrato de uso do aplicativo.

A scooter fica na rua. A apólice precisa saber e cobrir a peça.

Cotamos com o pernoite declarado e a cobertura de peças na proposta.