Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
A cobertura mais vendida em moto

Seguro de moto só contra roubo e furto: o que paga e o que fica de fora

Em moto, a cobertura que mais se contrata sozinha não é a colisão: é a de roubo e furto. O motivo é simples de explicar e difícil de aceitar: a queda custa uma carenagem, o roubo custa a moto inteira. Esta página é sobre essa cobertura isolada, o que ela paga, o que ela deixa de fora e quando o rastreador deixa de ser opção.

Quem quer a apólice inteira, com colisão e terceiros, começa pela página de seguro de moto.

Por que se vende sozinha

A conta que faz o motociclista escolher só o roubo

A cobertura de roubo e furto paga o valor da moto quando ela é levada, e só isso. Não repara queda, não paga o carro em que você bateu, não cobre o capacete. Ela existe como produto isolado porque, para a maior parte das motos, o valor de uma colisão cabe no bolso e o valor da moto inteira não. O motociclista aceita consertar a carenagem por conta própria e transfere para a seguradora o único evento que o deixaria a pé sem dinheiro para voltar.

O que sustenta essa lógica é a estatística do próprio veículo: moto é o veículo mais levado nas cidades grandes, e os modelos mais comuns são os mais procurados justamente porque a peça deles serve em muitas outras. A seguradora conhece esse risco melhor do que ninguém e tarifa a cobertura pelo modelo, pelo endereço onde a moto dorme e pela presença ou não de rastreador. Uma moto popular que dorme na rua num bairro de risco pode ter a cobertura recusada ou condicionada; a mesma moto em garagem fechada com rastreador é aceita com facilidade.

Há um ponto que costuma passar despercebido na hora de contratar: em algumas apólices, o incêndio acompanha a cobertura de roubo e furto; em outras, é cobertura separada. Como a moto roubada às vezes é encontrada queimada, vale ler se o incêndio está dentro antes de assinar. A corretora faz essa leitura em cada proposta e diz o que cada seguradora está de fato oferecendo.

Roubo e furto é uma cobertura de patrimônio. Quem se preocupa com o que pode fazer a outra pessoa precisa da cobertura de terceiros, que é outra conversa.

O que fica de fora

Três coisas que a cobertura de roubo e furto não paga

Queda e colisão

O tombo no semáforo, a derrapada na chuva e a batida no carro da frente são casco, não roubo. Quem contrata só roubo e furto arca com o reparo, e é uma escolha consciente, não uma surpresa que a apólice esconde.

Dano a outra pessoa

O pedestre atropelado, o carro riscado, o portão amassado. Nada disso está na cobertura de roubo. A responsabilidade civil é cobertura própria, e a página de moto contra terceiros explica por que ela pesa mais em moto do que em carro.

Peça levada com a moto parada

Retrovisor, painel, bateria e escapamento arrancados enquanto a moto está estacionada são furto parcial. Boa parte dos produtos só de roubo e furto cobre o veículo inteiro e não a peça; quando cobre, é com franquia e limite. Pergunte antes de contar com isso.

Evento por evento

Como a seguradora enquadra cada forma de perder a moto

O que aconteceuComo a apólice enxergaPaga?
Abordagem com arma ou ameaça, moto levadaRouboSim, o valor da moto
Moto sumiu da garagem ou da rua, sem confrontoFurtoSim, o valor da moto
Moto encontrada depois, com danosRoubo ou furto com recuperaçãoRepara o dano coberto; a moto volta
Moto encontrada queimadaIncêndio decorrente de rouboDepende de o incêndio estar na apólice
Entregou a moto num negócio e o comprador sumiuApropriação indébita ou golpeNão; não é roubo nem furto
Chave deixada na ignição, moto levadaFurto com agravamento de riscoPode ser discutido pela seguradora
Retrovisor e painel arrancados, moto ficouFurto parcialSó se houver cobertura de peças

O enquadramento final é da regulação de sinistro de cada seguradora. A tabela mostra a regra geral do mercado, não a de uma apólice específica.

Quando a moto some

Da ocorrência à indenização, o caminho que não pode ter atalho

1

Registrar a ocorrência antes de qualquer outra coisa

O boletim de ocorrência é o documento que abre o sinistro. Sem ele não há aviso válido, e o registro tardio dá à seguradora margem para questionar.

2

Avisar a seguradora e entregar os documentos

Documento da moto, chaves, boletim e comprovante de quitação ou saldo do financiamento. Rastreador, se houver, precisa mostrar histórico ativo.

3

Aguardar a localização e receber

A seguradora espera um período para ver se a moto aparece. Não aparecendo, paga o valor de referência e a moto passa para o nome dela, com a transferência assinada por você.

Só a cobertura que você quer, nas seguradoras que aceitam o seu modelo

Levamos a moto às seguradoras que vendem roubo e furto isolado, conferimos se o incêndio está dentro e dizemos quando o rastreador é exigência e quando é só desconto.

  • Cobertura isolada de roubo e furto comparada entre seguradoras
  • Incêndio conferido em cada proposta, dentro ou fora
  • Rastreador tratado como condição ou como desconto, conforme o modelo
  • Sinistro acompanhado do boletim à transferência da moto

Cotação de roubo e furto para moto

Modelo, rastreador e onde a moto dorme decidem aceitação e preço.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Em modelo visado, parte das seguradoras só aceita com rastreador ativo.

Perguntas frequentes

Roubo e furto de moto: as perguntas de quem já perdeu uma

Existe seguro de moto só contra roubo e furto?

Existe, e é a cobertura isolada mais contratada em moto. A apólice paga o valor da moto quando ela é levada, com ou sem violência, e não paga colisão, queda nem dano que você cause a outra pessoa. Custa menos que o seguro completo porque deixa de fora justamente o risco mais frequente no dia a dia, que é a queda.

Qual a diferença entre roubo e furto para a seguradora?

Roubo é quando a moto é tomada com violência ou ameaça; furto é quando ela é levada sem que você esteja presente ou sem confronto. A cobertura nomeada como roubo e furto paga nos dois casos. O que ela não paga é a moto entregue por vontade própria a quem sumiu com ela, como numa venda com golpe, porque isso não é roubo nem furto.

Preciso instalar rastreador para ter a cobertura?

Depende do modelo e da seguradora. Para motos muito visadas, parte das seguradoras só aceita a cobertura com rastreador instalado e ativo; para as demais, o rastreador costuma reduzir o custo sem ser exigência. Quando é condição, o rastreador desligado no dia do roubo vira motivo de discussão na indenização.

A moto foi roubada. Quanto recebo e quando?

O valor de referência de mercado da moto na data do sinistro, na proporção contratada na apólice, depois de um período em que a seguradora aguarda a localização do veículo. Se a moto aparece nesse intervalo, ela volta para você, reparada se houver dano coberto. Moto financiada tem o banco recebendo primeiro.

Capacete, baú e acessórios entram na cobertura de roubo?

Só quando declarados na apólice com valor, e nem toda seguradora aceita declarar acessório num produto só de roubo e furto. Capacete levado junto com a moto fica de fora na maior parte das apólices. Baú e equipamento declarados entram pelo valor informado.

A queda você conserta. A moto levada, só a apólice devolve.

Cotamos a cobertura de roubo e furto isolada, com o que ela paga escrito antes de você assinar.