Transporte
Da galeria para casa, de uma casa para outra, para o restaurador. Embalagem, empresa especializada e cobertura de trânsito são exigências comuns — e transporte sem elas pode gerar recusa.
Um quadro não tem nota fiscal de loja, uma coleção vale mais que a soma das peças, e nenhum dos dois cabe no sublimite do residencial comum. O seguro de arte começa pela avaliação — e é ela que define se a indenização vai ser discutida ou paga.
Valor acordado
Obra de arte não tem preço de tabela. O que sustenta o valor segurado é um laudo de avaliador, uma nota de galeria ou leilão, ou um histórico de procedência. Sem isso, a seguradora indeniza pelo que conseguir provar depois — e depois do sinistro é o pior momento para discutir quanto valia.
Por isso esse tipo de apólice costuma trabalhar com valor acordado: a seguradora aceita o valor do laudo na contratação, e é esse o valor que paga em perda total. É diferente do residencial comum, que indeniza pelo valor de reposição e discute o item na hora.
Coleção tem particularidade extra: a perda de uma peça pode reduzir o valor do conjunto. Existem apólices que preveem isso, e o corretor precisa perguntar, porque não vem por padrão.
Laudo envelhece. Obra valorizada e não reavaliada fica subsegurada; o que se paga é o valor da apólice, não o de mercado.
Onde a obra corre risco
Da galeria para casa, de uma casa para outra, para o restaurador. Embalagem, empresa especializada e cobertura de trânsito são exigências comuns — e transporte sem elas pode gerar recusa.
Obra cedida a museu, feira ou exposição precisa de cobertura prego a prego, do momento em que sai da parede até voltar. Quem responde nesse intervalo tem que estar escrito.
Umidade, luz e manuseio degradam devagar, e degradação lenta não é sinistro. O que entra é o dano súbito: queda, água, incêndio, vandalismo. Restauro pode ser parte da indenização.
Orientamos o laudo, a lista de peças e a cobertura de trânsito, para o acervo estar protegido também fora da parede.
Tipo de peça e documentação de valor definem o produto.
Perguntas frequentes
Para peças de valor relevante, sim. O laudo de avaliador é o que permite contratar por valor acordado e evita discussão de preço na indenização.
Só até um sublimite baixo, dentro do conteúdo, e pelo valor que você conseguir provar depois. Acima disso, precisa de declaração individual ou apólice de arte.
Só com cobertura de trânsito contratada e, em regra, com transporte por empresa especializada. Levar no carro próprio sem avisar pode gerar recusa.
Entra em apólice de coleção, com lista das peças e, quando possível, catálogo de referência para o valor.
Depende do contrato de empréstimo. Sem cláusula clara, a responsabilidade fica em disputa. A cobertura prego a prego resolve isso antes de a obra sair.
Cotamos com valor acordado e cobertura fora da parede.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.