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Fotógrafo e videomaker

Seguro para equipamento fotográfico

Câmera, lente e iluminação de fotógrafo profissional somam um valor que nenhum residencial comum cobre, e trabalham exatamente onde a apólice da casa não vale: no evento, no estúdio alugado, na viagem. O seguro precisa listar item por item e acompanhar o trabalho.

Como esse seguro é montado

Uma lista por número de série, não um valor redondo

O seguro de equipamento fotográfico é uma apólice de bens listados. Cada corpo, lente, flash, tripé, monitor e cartão de memória de valor entra com marca, modelo, número de série e valor. É essa lista que a seguradora consulta no sinistro — o que não está nela não existe para a apólice.

O uso profissional muda a contratação. Equipamento que gera renda em regra é segurado em apólice de riscos de equipamentos, em nome da pessoa física ou da empresa do fotógrafo, e não como conteúdo da residência. A cobertura vale em qualquer lugar do país e, com extensão, fora dele.

Equipamento alugado também precisa entrar. Quem loca uma lente para um trabalho responde por ela até devolver, e o contrato da locadora costuma dizer isso com todas as letras. Algumas apólices cobrem bens de terceiros sob sua guarda; outras não, e o fotógrafo assume o risco sem saber.

Lente nova comprada depois da apólice fica descoberta até ser incluída. Endosso de inclusão é simples — esquecer dele é comum.

Antes de cotar

Como montar a lista que a seguradora vai aceitar

1

Inventário com número de série

Corpo, lentes, flashes, monitores, drones e acessórios de valor. Nota fiscal quando houver; foto do número de série quando não houver.

2

Valor de reposição, não de compra

O que importa é quanto custa repor o item hoje por um equivalente. Equipamento descontinuado pede o modelo que o substitui.

3

Uso e circulação declarados

Eventos, viagem, estúdio de terceiros, locação para outros fotógrafos. Cada situação é uma cobertura, e a que não for dita não entra.

A apólice vai onde o trabalho está

Montamos a lista com você, incluímos o equipamento alugado quando for o caso e procuramos cobertura válida em evento, viagem e estúdio de terceiro.

  • Lista por número de série aceita pela seguradora
  • Validade em todo o país, com extensão para o exterior
  • Equipamento alugado ou de terceiros incluído
  • Inclusão de item novo por endosso, sem refazer a apólice

Cotação de equipamento fotográfico

Lista de itens e forma de uso definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Bem de terceiro sob sua guarda precisa de cobertura própria.

Perguntas frequentes

Equipamento fotográfico: dúvidas frequentes

O seguro da casa cobre minha câmera profissional?

Dentro de casa e até o sublimite, sim. Em evento, viagem e estúdio, não. Equipamento que gera renda precisa de apólice de riscos de equipamentos.

Cobre queda e dano acidental?

Com a cobertura de danos acidentais contratada, sim: queda, água, esmagamento. Sem ela, a apólice responde só por roubo, furto qualificado e incêndio.

Lente alugada que quebrou comigo, quem paga?

Você, pelo contrato da locadora, a menos que a sua apólice cubra bens de terceiros sob sua guarda. É cobertura que precisa ser pedida.

Vale no exterior?

Com extensão territorial contratada, sim. Sem ela, a cobertura para na fronteira.

Drone entra na mesma apólice?

Costuma entrar como equipamento listado para roubo e dano. Responsabilidade por dano a terceiros com o drone em voo é cobertura à parte.

Preciso ter CNPJ?

Não. A apólice pode ser em nome da pessoa física que usa o equipamento profissionalmente.

O sinistro acontece no trabalho, não em casa

Cotamos apólice de equipamentos com a lista completa e o uso declarado.