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Salas, galerias e centros comerciais

Seguro para condomínio comercial

Prédio de salas, galeria e centro comercial recebem gente que não mora ali e não conhece o lugar. Essa circulação é o que separa a apólice de um prédio comercial da apólice de um prédio de apartamentos — e é por onde a responsabilidade civil entra.

Duas apólices, dois donos

Onde termina o seguro do prédio e começa o da sala

ItemApólice do condomínioApólice do ocupante da sala
Estrutura e fachadaCobre: paredes, laje, telhado, revestimento externoNão alcança
Hall, corredor, escada e elevadorCobre, inclusive a responsabilidade civilNão alcança
Divisória, piso e forro internos da salaFora: benfeitoria do ocupanteCobre, se declarada como benfeitoria
Computador, móvel, estoque e documentoForaCobre, pelo conteúdo declarado
Cliente que se machucaNo hall e na garagem, simDentro da sala, é do ocupante

A discussão mais comum no sinistro de prédio comercial é a linha da porta da sala. Vale deixar isso escrito antes, e não depois do vazamento.

O que a atividade faz com o risco

Um prédio comercial não tem um risco: tem os riscos dos seus ocupantes

A seguradora olha para o que funciona dentro do prédio. Um edifício só de escritórios tem carga de incêndio baixa, público previsível e pouco movimento fora do horário. Uma galeria com lanchonete, loja de tecidos e depósito nos fundos é outro prédio, com outra chance de fogo e outra chance de alguém se machucar circulando.

Isso vale também para o elevador e para a garagem. Em prédio comercial o elevador roda muito mais vezes por dia, com gente que não sabe operá-lo, e a garagem recebe carro de visitante em manobra apertada. São os dois pontos que mais geram aviso de sinistro de responsabilidade civil nesse tipo de edifício.

A documentação do corpo de bombeiros é o terceiro ponto. Prédio que recebe público precisa manter saída de emergência desobstruída, extintor no prazo e sinalização legível. Nada disso é detalhe burocrático: é o que a seguradora confere para aceitar o risco, e é o que o regulador vai procurar quando o sinistro for incêndio.

Condomínio comercial é pessoa jurídica com CNPJ próprio e empregados. A apólice sai no nome dele, não no nome do síndico nem da administradora.

A atividade das salas entra na conta do prédio

Levantamos o que funciona em cada andar e desenhamos a apólice do condomínio com a responsabilidade civil dimensionada para quem circula ali todo dia.

  • Estrutura, fachada e áreas comuns pelo valor de reconstrução
  • Responsabilidade civil calibrada para público visitante
  • Elevador e garagem tratados como os pontos de maior aviso
  • Limite da apólice do prédio explicado aos ocupantes das salas

Cotação para condomínio comercial

Perfil dos ocupantes e circulação de público definem o desenho.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Cozinha, laboratório e depósito mudam a classificação de risco do prédio.

Perguntas frequentes

Prédio comercial: o que os síndicos perguntam

O seguro do prédio comercial cobre o que está dentro da minha sala?

Não. A apólice do condomínio responde pela estrutura e pelas áreas comuns. Móvel, computador, estoque e documento dentro da sala são do ocupante, e pedem apólice empresarial própria.

Quem responde quando um cliente cai no hall ou na escada?

O condomínio, pela responsabilidade civil da área comum. Se a queda foi dentro da sala, quem responde é quem ocupa a sala.

A atividade das salas pesa na cotação?

Pesa. Clínica com aparelho, laboratório, restaurante e depósito carregam mais risco de incêndio e de acidente que um andar só de escritórios.

Vistoria do corpo de bombeiros em dia é exigida?

A seguradora costuma pedir a documentação do corpo de bombeiros válida. Documento vencido atrapalha a aceitação e vira argumento no sinistro.

Sala vaga no prédio muda alguma coisa?

Muda, quando são muitas. Andar fechado sem ocupante reduz a vigilância informal e costuma ser perguntado na renovação.

No prédio comercial, o risco chega de elevador

Cotamos com o perfil dos ocupantes e a circulação de público declarados.