Quanto falta entre a renda e o teto
A conta começa pelo que você ganha hoje e pelo que o benefício oficial vai pagar. A diferença é o que a previdência precisa gerar.
- Renda atual e padrão de vida
- Tempo até parar
- Contribuição oficial em dia ou não
O benefício oficial tem teto. Quem ganha acima dele vai viver com menos do que ganha hoje, a não ser que construa o complemento por conta própria. É para essa diferença que serve a previdência privada.
Não projetamos rentabilidade. Projetamos a distância entre a sua renda e o teto.
O que muda quando o objetivo é aposentadoria
A conta começa pelo que você ganha hoje e pelo que o benefício oficial vai pagar. A diferença é o que a previdência precisa gerar.
Renda vitalícia transfere o risco de viver muito para a seguradora. Resgate programado mantém o saldo seu e herdável.
Morte ou invalidez antes da aposentadoria interrompem o aporte. As coberturas de risco acopladas completam o que faltou acumular.
A escolha da saída
A decisão pode ser adiada até o início do benefício, mas convém entender agora.
| Forma | Como funciona | Para quem costuma servir |
|---|---|---|
| Renda vitalícia | A seguradora paga todo mês enquanto você viver; o saldo deixa de ser seu e vira compromisso dela | Quem não tem herdeiros a proteger e teme que o dinheiro acabe antes |
| Renda vitalícia com reversão | Igual à anterior, mas parte da renda passa ao beneficiário indicado quando você faltar | Casais em que um depende da renda do outro |
| Renda por prazo certo | Pagamento mensal por um período definido; o que sobrar vai aos beneficiários | Quem quer cobrir uma fase, como os anos até outra renda começar |
| Resgates programados | O saldo continua seu e investido; você define quanto sacar e quando | Quem quer flexibilidade e deixar o restante como herança |
Escolhida a renda vitalícia, não há volta na maior parte dos planos. Por isso a conversa sobre a saída acontece antes, e não no dia.
Definimos quanto você quer receber por mês e voltamos até o aporte necessário hoje, com as premissas explicadas.
Idade, situação no INSS e renda desejada dimensionam o aporte.
Perguntas frequentes
Não substitui: complementa. O benefício oficial tem um teto, e quem ganha acima dele vai se aposentar com uma renda menor do que a que tinha. A previdência privada existe para cobrir essa diferença.
Depende de quanto tempo você quer que o dinheiro dure e de quem deve recebê-lo se você faltar. A renda vitalícia garante pagamento enquanto você viver; o resgate programado mantém o saldo em seu nome e vai para os beneficiários no que sobrar.
Até o início do benefício, sim. Depois que a renda vitalícia começa, a conversão é definitiva na maior parte dos planos: o saldo deixa de ser seu e vira compromisso da seguradora com você.
Dá. Vários planos aceitam coberturas de risco acopladas, como pensão por morte e renda por invalidez, pagas por um prêmio separado do aporte de acumulação.
Deve pensar nas duas. A previdência oficial dá acesso a benefícios que o plano privado não dá, como auxílio por incapacidade; o plano privado dá o complemento de renda. Uma não substitui a outra.
Essa é a primeira conta que fazemos com você.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.