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Sem imposto na transferência

Portabilidade de previdência: trocar de plano sem resgatar

Um plano ruim não precisa ser resgatado para ser abandonado. A portabilidade move o saldo para outro plano sem imposto, sem custo de saída e sem zerar o tempo já contado. O que ela não faz é mudar o regime tributário.

Mande o extrato do plano atual. Taxa e regime aparecem nele.

A escolha errada custa imposto

Portar ou resgatar e aplicar de novo

As duas saídas tiram você de um plano ruim. Só uma delas preserva o que você já construiu.

Portabilidade

  • Nenhum imposto incide na transferência
  • O prazo de cada aporte continua contando
  • Sem taxa de saída do plano de origem
  • Serve para plano de banco, seguradora ou gestora
  • Pode ser parcial, só de uma parte do saldo

Resgate e nova aplicação

  • Imposto cobrado no resgate, pelo regime do plano
  • O tempo da tabela regressiva volta a zero
  • Carência do plano de origem pode travar a saída
  • O dinheiro reentra como aporte novo, com carregamento
  • Benefício de dedução já usado não se refaz

Há um caso em que resgatar faz sentido: quando o dinheiro vai sair do sistema de previdência de vez. Se a ideia é continuar acumulando, porta.

Como se faz

O pedido é feito no destino, não na origem

1

Ler o plano atual

Extrato em mãos, olhamos taxa de administração, carregamento, regime tributário e a data de cada aporte. É aqui que se descobre se o plano é ruim mesmo ou se só rendeu mal num período.

2

Escolher o destino

O novo plano precisa ser do mesmo tipo, PGBL ou VGBL, e aceitar o regime que você já tem. Comparamos taxa e perfil de investimento entre seguradoras.

3

Pedir a portabilidade

O pedido é registrado na instituição de destino, que solicita o saldo à de origem. Você não resgata nada; o dinheiro vai direto de um plano ao outro.

Nem todo plano antigo é ruim

Antes de portar, comparamos o que você tem com o que existe no mercado. Se o seu plano for competitivo, dizemos isso.

  • Leitura do extrato: taxa, regime e data dos aportes
  • Comparação com planos de outras seguradoras
  • Portabilidade parcial quando só parte do saldo compensa mover
  • Pedido acompanhado até o saldo cair no plano novo

Análise de portabilidade

Com o extrato do plano atual, dizemos se vale portar e para onde.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

O regime acompanha o saldo; não se troca na portabilidade.

Perguntas frequentes

Portabilidade: o que se pergunta antes de pedir

Portabilidade de previdência tem custo?

Não há cobrança de saída pela portabilidade em si. O que pode existir é carência entre portabilidades no plano de origem e taxa de carregamento no plano de destino, que precisa ser lida antes de pedir.

O que não muda quando eu porto?

O regime tributário e o tipo de plano. Um PGBL só vai para outro PGBL, um VGBL para outro VGBL, e o regime de imposto escolhido acompanha o saldo. O prazo já contado de cada aporte também acompanha.

Qual a diferença entre portabilidade interna e externa?

Interna é a troca de fundo dentro da mesma instituição; externa é a transferência do saldo para um plano de outra instituição. A interna costuma ser mais rápida e serve para ajustar o perfil de investimento; a externa é o caminho quando o problema é a taxa ou a gestão.

Portar zera o tempo da tabela regressiva?

Não. O tempo de cada aporte é preservado na portabilidade. É o resgate que zera, porque o dinheiro sai do sistema e entra de novo como aporte novo.

Posso portar um plano da empresa?

Depende do regulamento e do desligamento. A parte que você aportou costuma ser portável; a parte da empresa segue as regras de permanência do plano.

Plano parado num banco que você nem usa mais?

A portabilidade resolve sem resgate e sem imposto.