Seguro para MEI e microempresa
O negócio é pequeno, mas o prejuízo não é proporcional ao porte: quem tem um estoque só e um equipamento só perde tudo de uma vez. E se o negócio funciona em casa, a apólice da casa não sabe que ele existe.
Quando o negócio mora dentro de casa
O que o residencial enxerga e o que ele não enxerga
A maior parte dos microempreendedores começa na própria casa e acredita que o seguro residencial cobre tudo o que está lá dentro. Cobre a moradia. O negócio é outra história.
O residencial cobre
- A estrutura da casa contra incêndio e vendaval
- Os móveis e o eletrodoméstico da família
- O dano elétrico da geladeira e da televisão
- O roubo do que é de uso pessoal
- A visita que se machuca na sala como convidada
O residencial deixa de fora
- A mercadoria estocada no quarto de trás
- O equipamento comprado em nome do CNPJ
- O cliente que entra para ser atendido e cai
- A matéria-prima e o produto pronto para entrega
- A ferramenta que vai para a casa do cliente
Quando o residencial descobre que ali funcionava um negócio, o sinistro pode ser recusado por agravamento do risco não declarado. A saída é declarar e cobrir cada parte com a apólice certa.
O mínimo que faz sentido
Três coberturas e nada de excesso
A apólice de um MEI não precisa parecer a de uma indústria. Ela precisa responder às três coisas que de fato encerram um negócio pequeno: o fogo que consome o local, o roubo que leva o estoque ou o equipamento numa madrugada e o cliente que se machuca dentro do espaço e cobra.
Incêndio é a cobertura básica de qualquer apólice empresarial e costuma vir com raio e explosão. Roubo é a que mais pesa para quem tem pouco patrimônio, porque o valor perdido é, na prática, o negócio inteiro. Responsabilidade civil é a que o microempreendedor mais esquece e a que menos custa.
O que muda a cotação é a atividade. Quem produz alimento tem risco de fogo maior que quem revende roupa; quem recebe cliente todo dia tem responsabilidade civil maior que quem vende online. Por isso perguntamos o que o negócio faz e onde, antes de qualquer número.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é achar a apólice que cabe no porte, sem cobertura que você nunca vai usar.
Enxuto não é a mesma coisa que descoberto
A apólice de pequeno negócio tem limite modesto e prêmio proporcional. O que ela não pode é deixar o estoque e o cliente de fora.
- Incêndio do local com raio e explosão
- Roubo de estoque e equipamento
- Responsabilidade civil por quem entra
- Separação clara entre a apólice da casa e a do negócio
Cotação para MEI e microempresa
Atividade e local de funcionamento definem a apólice mínima.
Perguntas frequentes
MEI e microempresa: dúvidas frequentes
MEI precisa de seguro empresarial?
Precisa quando o negócio tem estoque, equipamento ou atendimento a cliente que uma pessoa física não teria. O seguro residencial da casa não responde por atividade comercial, mesmo que ela aconteça na sala.
Trabalho em casa. O seguro residencial não resolve?
Não para a parte comercial. O residencial cobre a casa como moradia; mercadoria, equipamento de trabalho e cliente que entra para ser atendido ficam de fora ou precisam de previsão própria.
Qual o mínimo que faz sentido contratar?
Incêndio do local, roubo do equipamento ou do estoque e responsabilidade civil por quem entra. Esses três cobrem a maior parte do que quebra um negócio pequeno.
Seguradora aceita CNPJ de MEI?
Em regra sim. As apólices de pequeno negócio são desenhadas para faturamento baixo e limites modestos; o que a seguradora avalia é a atividade, não o porte fiscal.
O que eu levo para a rua ou para a casa do cliente entra?
Não automaticamente. Veículo tem seguro próprio, e a ferramenta ou o equipamento que sai do endereço precisa da cobertura de equipamento portátil.
O negócio é pequeno. O prejuízo é inteiro.
Conte o que você faz e onde, e montamos a apólice do tamanho certo.