Perícia sobre o que vazou
Identificar quais dados saíram, de quantos titulares e por qual caminho — sem isso, a empresa não sabe nem quem precisa ser avisado.
O vazamento acontece, e a primeira pergunta não é jurídica: é saber o tamanho do estrago, conter o que ainda está saindo e avisar quem foi afetado dentro do prazo que a lei espera. Essa resposta tem custo, e é ela que esta cobertura paga.
Três frentes de um vazamento
Identificar quais dados saíram, de quantos titulares e por qual caminho — sem isso, a empresa não sabe nem quem precisa ser avisado.
Fechar a porta que permitiu o vazamento antes de qualquer outra medida, para que a notificação não seja feita enquanto o dado ainda está saindo.
Avisar centenas ou milhares de titulares de forma organizada, com canal de atendimento próprio, é uma estrutura que a maior parte das empresas não tem pronta para montar de um dia para o outro.
Onde esta cobertura termina
A LGPD trata a notificação aos titulares como um dever em situações de risco relevante, mas não é o processo de notificar, sozinho, que costuma pesar mais no caixa da empresa: é a estrutura por trás dele — perícia para entender o que aconteceu, contenção para impedir que continue e um canal de atendimento para quem foi avisado. É esse conjunto que esta cobertura paga.
O que vem depois — uma ação de um titular pedindo indenização, ou um processo administrativo aberto pela autoridade de proteção de dados — é discutido pela cobertura de RC por violação da LGPD, contratada à parte. As duas nascem do mesmo vazamento, mas respondem por contas diferentes: uma pela resposta imediata ao incidente, a outra pela consequência jurídica que pode vir meses depois.
Vazamento causado por um fornecedor que tinha acesso ao banco de dados da empresa entra do mesmo jeito, porque o titular afetado é cliente da empresa, não do fornecedor — a discussão sobre quem responde por esse acesso é resolvida por contrato, separadamente da resposta ao incidente em si.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é separar o que é resposta ao incidente do que é consequência jurídica, para que a apólice cubra as duas pontas.
Perícia, contenção e notificação organizada aos titulares, sem a empresa precisar montar essa estrutura no meio do incidente.
Tipo de dado, volume de titulares e como o vazamento seria detectado definem a apólice.
Perguntas frequentes
O custo de responder ao incidente: perícia para identificar a extensão do vazamento, contenção, notificação aos titulares afetados e, conforme a apólice, um serviço de atendimento para quem foi notificado.
A LGPD trata a notificação como dever em situações de risco relevante aos titulares. Esta cobertura é justamente o custo de fazer essa notificação em volume, de forma organizada, sem precisar montar essa estrutura no meio do incidente.
Costuma ser coberto, porque o incidente afeta os titulares cujo dado a empresa guarda, independentemente de a falha técnica ter sido do fornecedor. A responsabilidade perante o fornecedor é discutida à parte, por contrato.
Esta paga o custo de responder ao incidente em si — perícia, contenção, notificação. A de RC-LGPD paga a consequência jurídica depois: defesa em processo administrativo e indenização a quem processa a empresa pelo vazamento.
Não é pré-requisito, mas empresa sem ninguém responsável por dado pessoal tende a receber condição mais restrita — é um dos primeiros pontos que a seguradora pergunta.
Perícia forense para entender o que vazou e como, contenção para impedir que o vazamento continue, comunicação aos titulares e, conforme a apólice, orientação jurídica sobre o que a lei exige informar.
Mande o tipo de dado e o volume de titulares que cotamos a estrutura de resposta certa.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.