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Vazamento, ransomware e LGPD

Seguro cibernético para empresas

Um incidente cibernético tem relógio: as primeiras horas decidem se o dado volta, se o cliente é avisado a tempo e se o negócio reabre. A apólice cyber existe para colocar uma equipe de resposta ao seu lado nessas horas — e para pagar a conta que vem depois.

O relógio do incidente

Antes, durante e depois do ataque

1

Antes: o que a seguradora exige

Dois fatores de autenticação, backup fora da rede, sistema atualizado e acesso controlado. Sem isso a apólice não é emitida — ou vem com exclusão justamente do ataque mais provável.

2

Durante: a resposta que a apólice paga

Perícia forense, contenção, restauração dos sistemas, negociação com o atacante quando cabe, comunicação com clientes e com a autoridade de proteção de dados.

3

Depois: a conta que sobra

Interrupção do negócio, ação de terceiro pelo dado vazado, custo de defesa no processo administrativo, monitoramento dos titulares e reconstrução da reputação.

O que ninguém lê

As três cláusulas que definem se a apólice serve

A primeira é a de engenharia social: o e-mail que parece do fornecedor pedindo para trocar a conta bancária, o falso diretor pedindo transferência urgente. É o golpe mais frequente em empresa média e o que mais apólices excluem, porque não houve invasão de sistema — houve engano de pessoa. Se a apólice não cita fraude de transferência, ela não cobre.

A segunda é a de interrupção: quanto tempo o sistema precisa ficar fora até a cobertura começar a contar, e o que ela paga nesse período. Apólice com carência longa deixa de fora o incidente típico, que dura dias e não semanas.

A terceira é a de extorsão: se a apólice paga o resgate, sob quais condições, e quem conduz a negociação. Em muitas companhias a resposta é sim, condicionada a perícia e a autorização prévia — e pagar por conta própria costuma anular a cobertura.

A seguradora aceita o risco, paga a resposta e a indenização. O corretor lê essas três cláusulas antes de você assinar e compara o que cada companhia de fato inclui.

A apólice começa pela prevenção que você já tem

Dois fatores e backup fora da rede abrem a porta da cotação. Sem eles, orientamos o que ajustar primeiro.

  • Resposta a incidente com equipe da seguradora
  • Engenharia social e fraude de transferência conferidas
  • Interrupção do negócio com carência lida antes
  • Notificação e defesa no processo da LGPD

Cotação de seguro cibernético

Setor, volume de dado e controles existentes definem a aceitação.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

É a primeira pergunta do questionário de toda seguradora.

Perguntas frequentes

Seguro cibernético: dúvidas frequentes

Seguro cyber cobre ransomware?

Cobre a resposta: perícia, restauração de sistema, interrupção do negócio e, conforme a apólice, a negociação da extorsão. O que ele exige em troca é prevenção mínima comprovada.

Multa da LGPD entra?

A defesa no processo administrativo entra. A sanção em si depende da apólice e do que a lei permite segurar — é ponto para ler antes de assinar, não depois.

A seguradora exige o quê para aceitar?

Em regra, autenticação em dois fatores, backup separado da rede e sistemas atualizados. Sem isso, a cotação não anda ou vem com exclusões.

Empresa pequena é alvo?

É o alvo preferido, porque o ataque é automatizado e a defesa é fraca. O prejuízo em relação ao faturamento é maior que na grande empresa.

Fraude por e-mail falso do fornecedor é coberta?

Só com cobertura de engenharia social ou fraude de transferência, que nem toda apólice cyber inclui. É o sinistro mais comum e o mais excluído.

Quando o ataque chegar, quem atende o telefone?

Mande setor e controles que temos, e cotamos a resposta.