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Sistema fora do ar, não imóvel destruído

Seguro cyber para interrupção de negócios

Nenhum imóvel pegou fogo, nenhuma máquina quebrou — e mesmo assim a empresa parou de vender, porque o sistema que roda a operação ficou fora do ar depois de um ataque. É um jeito de parar que a apólice de lucros cessantes tradicional não foi desenhada para responder.

Duas paralisações, dois gatilhos

Interrupção por ataque cibernético não é lucros cessantes tradicional

A conta parece igual — margem perdida durante um período —, mas o evento que abre a porta da cobertura é diferente em cada uma.

Interrupção cyber (esta página)

  • Disparada por ataque cibernético: ransomware, invasão, negação de serviço
  • Relógio começa quando o sistema para de responder, sem dano físico
  • Pode incluir dependência de fornecedor de nuvem, se contratada
  • Contratada dentro ou junto da apólice cyber

Lucros cessantes tradicional

  • Disparada por sinistro físico coberto: incêndio, alagamento, explosão
  • Depende de uma cobertura patrimonial na mesma apólice
  • Ver a página de lucros cessantes

Se a paralisação da sua empresa vem de um sinistro físico no imóvel, a página certa é a de lucros cessantes tradicional. Se vem de um sistema fora do ar por ataque, é esta.

O relógio que começa sem fumaça

O que conta como início da paralisação nesta cobertura

Na lucros cessantes tradicional, o evento que inicia a cobertura é visível: um incêndio, uma explosão, um alagamento que qualquer um reconhece no mesmo dia. Na interrupção por ataque cibernético, o início costuma ser mais discreto — um sistema que para de responder, uma tela de erro que não sai, um pedido de resgate que aparece na manhã seguinte —, mas o efeito sobre o caixa é o mesmo: a operação para de gerar receita enquanto as despesas fixas continuam.

A empresa que depende de um fornecedor de nuvem para operar tem um ponto de atenção a mais: se o próprio fornecedor sair do ar, sem que o ataque tenha sido diretamente contra a empresa, a cobertura só responde quando a apólice prevê essa extensão de forma explícita — é o que o mercado chama de interrupção contingente, e nem toda apólice cyber inclui por padrão.

Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é conferir se a apólice cyber cobre também a dependência de fornecedor de nuvem, quando é o caso da empresa.

O tempo de tolerância ao sistema fora do ar é a decisão central

Calculamos a margem perdida por hora de indisponibilidade e conferimos se a dependência de fornecedor de nuvem está prevista na apólice.

  • Cobertura disparada por ataque, sem exigir dano físico
  • Margem calculada pelo tempo de indisponibilidade
  • Dependência de fornecedor de nuvem avaliada à parte
  • Integração com ransomware e resposta a incidente

Cotação de interrupção de negócio por ataque cibernético

Dependência do sistema e tempo de tolerância à paralisação definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Interrupção de negócio por ataque cibernético: dúvidas frequentes

Qual a diferença entre esta cobertura e a lucros cessantes tradicional?

A lucros cessantes tradicional é acionada por um sinistro físico coberto na apólice patrimonial, como incêndio ou alagamento. Esta é acionada por um ataque cibernético que derruba o sistema, sem nenhum dano físico ao imóvel ou ao equipamento.

O que dispara o período de carência dessa cobertura?

O início da indisponibilidade do sistema causada por um ataque coberto — diferente da lucros cessantes física, aqui o relógio começa a contar a partir do momento em que a operação para de funcionar, não da constatação de um dano material.

Precisa haver um ataque confirmado, ou basta o sistema cair?

Em regra precisa de um evento cibernético coberto por trás — ransomware, invasão ou ataque de negação de serviço. Sistema fora do ar por falha técnica comum, sem ataque, costuma ficar fora dessa cobertura específica.

Fornecedor de nuvem que sai do ar entra nessa cobertura?

Pode entrar, como interrupção contingente, quando a apólice prevê expressamente a dependência de um fornecedor terceiro — vale conferir se essa extensão foi contratada, porque nem toda apólice cyber inclui por padrão.

Como se calcula o valor da indenização aqui?

Pela margem que deixou de entrar durante o tempo de indisponibilidade, de forma parecida com a lógica da lucros cessantes tradicional — a diferença está no evento que dispara a cobertura, não na conta em si.

Preciso ter a cobertura de ransomware contratada junto?

Não é obrigatório, mas as duas costumam andar juntas: ransomware cobre a resposta ao ataque que derrubou o sistema, esta cobre a receita perdida enquanto ele ficou fora do ar.

Quanto tempo a sua empresa aguenta com o sistema fora do ar?

Mande a dependência do sistema e o faturamento que dimensionamos a cobertura certa.