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Uso profissional e carga própria

Seguro para utilitário e furgão: o veículo que carrega o seu trabalho

O furgão da instaladora, o utilitário da padaria, a van de carga da loja. Todos têm o mesmo problema: o seguro auto cobre o veículo, e o prejuízo que assusta o dono está dentro dele. Esta página separa o que a apólice de auto paga do que precisa de outro contrato.

Três utilitários, três prejuízos

O que cada tipo de utilitário perde num sinistro

O furgão de entrega

Sai cheio de manhã e volta vazio. O prejuízo no roubo é o furgão e a mercadoria do dia, e só o furgão está no seguro auto. A mercadoria própria precisa de cobertura de bens em trânsito.

O utilitário do instalador

Leva ferramenta, escada, equipamento e peça do cliente. O furto do equipamento a bordo não é sinistro do veículo, e a peça do cliente é responsabilidade sua. Cobertura de equipamentos e RC resolvem.

O utilitário plotado da empresa

Roda com a marca na lateral, com motoristas diferentes. Uso comercial evidente, condutor não nomeado obrigatório e o veículo parado é faturamento parado. Carro reserva raramente resolve, porque reserva não vem com baú.

A carga própria

O seguro auto para na porta traseira do furgão

O casco cobre o utilitário: colisão, roubo, furto, incêndio, pelo valor contratado. O que está dentro dele é outro assunto. Mercadoria da própria empresa em deslocamento tem cobertura própria, contratada pelo dono da carga; mercadoria de terceiros, transportada mediante pagamento, exige seguro de responsabilidade do transportador. A página de transporte de carga nacional explica os dois lados.

Ferramenta e equipamento seguem a mesma lógica. A máquina de solda, o kit de instalação, a escada, o aparelho de medição: são bens a bordo, e o furto deles com a porta arrombada não é sinistro do veículo. Parte das seguradoras oferece cobertura de equipamentos a bordo; a alternativa é apólice de equipamentos portáteis à parte.

E há a responsabilidade civil, que no utilitário de trabalho tem duas faces: o dano que o veículo causa a terceiros no trânsito, coberto pela apólice de auto, e o dano que a atividade causa ao cliente, coberto pela apólice da empresa. Furgão que bate no portão do cliente é a primeira; instalação que estraga o piso do cliente é a segunda.

Utilitário plotado com a marca declarado como uso particular é divergência de perfil visível a olho nu. É a primeira coisa que o regulador de sinistro fotografa.

Como cotamos

Da atividade ao contrato certo

1

A atividade e a carga

O que a empresa faz define o que o veículo leva, e o que ele leva define se a cobertura é do seguro auto, de bens em trânsito ou de transporte.

2

Os motoristas

Quantos dirigem, com que idade e há quanto tempo. A cláusula de condutor não nomeado entra aqui, e a seguradora pode pedir a lista.

3

A frota, quando é frota

Um utilitário é apólice avulsa. Vários, no mesmo CNPJ, podem virar apólice de frota, com uma renovação e uma franquia por veículo.

O furgão no seguro auto, a carga no contrato dela

Cotamos o utilitário com uso comercial e condutores declarados, e apontamos onde a mercadoria e o equipamento se protegem.

  • Uso comercial e condutor não nomeado desde a proposta
  • Mercadoria própria e de terceiros encaminhadas ao seguro certo
  • Equipamento a bordo com cobertura própria quando a seguradora oferece
  • Frota avaliada quando há mais de um utilitário no CNPJ

Cotação de seguro para utilitário

Tipo, atividade, carga e motoristas são o que a proposta precisa.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Utilitário: o que perguntam antes de cotar

O seguro do furgão cobre a mercadoria que ele leva?

Não. O seguro auto cobre o furgão; a mercadoria é carga, e carga tem contrato próprio. Mercadoria da própria empresa entra em cobertura de bens em trânsito ou seguro de transporte na condição de embarcador; mercadoria de terceiros exige seguro de responsabilidade do transportador.

Ferramenta e equipamento no furgão têm cobertura?

Só por cláusula específica ou por apólice à parte. O furto da furadeira, da máquina de solda ou do equipamento de instalação não é sinistro do veículo, e parte das seguradoras oferece cobertura de equipamentos a bordo por adesão.

Utilitário de trabalho tem uso comercial obrigatório na proposta?

Tem. Furgão que sai para entrega, instalação ou obra é uso comercial, e a tarifa reflete isso. Declarar como particular para pagar menos é a divergência mais fácil de provar no sinistro, porque o próprio veículo costuma ser plotado com a marca.

Vários funcionários dirigem o mesmo furgão. Como declaro?

Com cláusula de condutor não nomeado ou de livre condução, conforme a seguradora. Utilitário de empresa quase sempre tem mais de um motorista, e a apólice que nomeia um só condutor deixa os outros descobertos.

Tenho três furgões. É frota?

Depende da seguradora; a partir de uma certa quantidade de veículos no mesmo CNPJ, a apólice de frota costuma ser mais simples e mais barata que três apólices avulsas. A página de seguro de frota trata desse ponto.

O furgão é o seguro auto. A carga é outro contrato.

Cotamos o utilitário com o uso real e mostramos onde a mercadoria e a ferramenta se protegem.