Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
Executivo, offshore, hora de voo e cláusula de pilotos

Seguro para helicóptero: a hora de voo, o piloto e a operação definem tudo

O helicóptero é a aeronave que pousa onde o avião não chega, e é por isso que a seguradora o examina de outro jeito. Voo baixo, pouso em área não preparada, rotor e transmissão caros e uma operação que vai do heliponto do prédio à plataforma no mar. Esta página trata do que o analista pesa antes de aceitar um helicóptero.

Os três dados

O que a seguradora pede antes de qualquer número

1

Hora de voo: a exposição

Horas totais da célula, horas do último ano e estimativa para a vigência. É o dado que mais move a tarifa do helicóptero, e omitir a intensidade da operação é divergência de perfil.

2

Piloto: horas no tipo

A cláusula de pilotos do helicóptero é mais exigente que a do avião. Habilitação, horas totais e horas no modelo de cada piloto nomeado, com restrição possível para quem está começando no tipo.

3

Operação: para que ele voa

Executivo, táxi aéreo, offshore, aeromédico, carga externa. Cada uma tem cobertura, limite e aceitação próprios, e a apólice de uma exclui a outra.

Executivo e offshore

Dois helicópteros, duas conversas com a seguradora

O helicóptero executivo é o do proprietário que sai do heliponto do prédio para a fazenda ou para o litoral. As camadas são as da página de seguro para aeronave: RETA, casco por valor acordado e responsabilidade civil facultativa. O que a seguradora examina de perto é o pouso fora de heliponto homologado, que precisa estar declarado, e quem está no comando: dono recém-habilitado ou piloto profissional com horas no modelo.

O offshore é outro mundo. A aeronave leva tripulação de plataforma sobre o mar, em operação contratada por empresa de petróleo e gás que impõe limites de responsabilidade civil, equipamento de sobrevivência, treinamento e certificado de seguro no formato dela. Aqui a apólice nasce do contrato: o corretor lê a exigência antes de cotar, como faz na adequação à exigência contratual.

Entre os dois há o helicóptero que voa com passageiro pagante, tratado na página de táxi aéreo, e o aeromédico, com equipamento de suporte à vida a bordo e pouso em via pública e hospital. Cada operação é uma proposta diferente, e helicóptero que faz mais de uma precisa de todas declaradas.

Somos corretora: não aceitamos risco nem prometemos aceitação. No helicóptero, o que fazemos é apresentar a operação inteira, porque a operação omitida é a que a seguradora usa para negar.

Por operação

O que muda na apólice conforme o helicóptero voa

OperaçãoO que pesa na tarifaO que a apólice precisa ter
ExecutivoPiloto, pouso fora de heliponto, horas anuaisCasco, RC facultativa e cláusula de pilotos ajustada ao dono
Táxi aéreoPassageiro pagante e frequênciaRC por passageiro acima do RETA e operador declarado
OffshoreVoo sobre o mar e exigência da contratanteLimite de RC contratual, equipamento de sobrevivência e certificado
AeromédicoPouso em via pública e hospital, urgênciaOperação aeromédica declarada e equipamento embarcado no casco
Carga externa e içamentoGancho, carga suspensa, voo pairadoCobertura de operação especial, sem ela é exclusão
InstruçãoPiloto aluno no comandoEscola declarada e instrutor nomeado na cláusula

A operação inteira apresentada ao analista de aeronáutico

Reunimos horas, pilotos, base e operação num pedido só e levamos às seguradoras que aceitam helicóptero, executivo ou offshore.

  • Horas anuais e horas no tipo de cada piloto declaradas de saída
  • Pouso fora de heliponto homologado tratado como operação, não como exceção
  • Exigência contratual da operadora offshore lida antes da cotação
  • Carga externa, aeromédico e instrução declarados quando existem

Cotação de seguro para helicóptero

Operação, modelo, horas anuais, piloto e base abrem a análise.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Helicóptero: o que perguntam antes de cotar

O seguro de helicóptero custa mais que o de avião do mesmo valor?

Em regra, sim. O helicóptero tem mais peças móveis críticas, opera de e para locais sem infraestrutura, voa baixo com frequência e o reparo de rotor e transmissão é caro. A seguradora tarifa pelo que espera pagar, e no helicóptero espera pagar mais.

Helicóptero executivo e helicóptero offshore têm a mesma apólice?

Não. O executivo voa entre heliponto de prédio e fazenda com o dono a bordo; o offshore leva tripulação de plataforma sobre o mar, com exigência contratual da operadora de petróleo. A operação define coberturas, limites e aceitação.

A hora de voo entra na cotação?

Entra como o principal dado de exposição. Quanto mais horas a aeronave voa por ano, mais chance de sinistro, e a seguradora pede a estimativa anual e o total acumulado da célula. Helicóptero que voa pouco paga menos, mas precisa declarar o pouco.

Pouso em heliponto de prédio ou em campo aberto muda alguma coisa?

Muda a aceitação e a exclusão. Heliponto homologado é o cenário esperado; pouso em área não preparada, na fazenda ou em evento, precisa estar declarado como operação, e parte das seguradoras restringe ou tarifa à parte.

Piloto contratado ou dono que pilota: qual perfil a seguradora prefere?

A seguradora prefere horas no tipo. Piloto profissional com experiência no modelo é lido como risco menor que o proprietário recém-habilitado, mesmo que o dono seja o segurado. A cláusula de pilotos reflete isso, e piloto novo no tipo pode entrar com restrição.

Transporte de carga externa por gancho está coberto?

Só se declarado. Carga suspensa, combate a incêndio com balde e içamento são operações especiais com análise própria, e a apólice de transporte executivo as exclui.

O helicóptero pousa onde o avião não chega. A apólice precisa saber onde.

Cotamos o helicóptero com a hora de voo, o piloto e a operação declarados como são.