Por que é diferente
Três coisas que mudam o seguro de vida de quem vive do campo
O seguro de vida da Mapfre é um contrato em que a seguradora paga um capital aos beneficiários na morte do segurado, com coberturas adicionais de invalidez por acidente, doenças graves e assistência funeral. Para quem vive do campo, três particularidades mudam o desenho da apólice: a renda é anual e concentrada na safra, a atividade envolve máquina, animal e produto químico, e o patrimônio que fica é uma propriedade indivisível.
A renda anual muda o capital. Uma família que depende da venda de uma safra por ano precisa de capital que cubra vários ciclos, porque a substituição de quem toca a lavoura não acontece em meses. A atividade muda a análise: a seguradora classifica a ocupação, e quem opera colheitadeira ou aplica defensivo tem prêmio diferente do escriturário — declarado corretamente, é aceito sem problema.
O patrimônio muda o beneficiário. O capital do seguro de vida não entra no inventário e é pago em dinheiro aos beneficiários que o segurado nomeou. É o instrumento que permite ao filho que fica na terra indenizar os irmãos que saem, e pagar o imposto de transmissão sem vender um pedaço da fazenda. A presença da companhia no meio rural, descrita na página do grupo, é o que a faz entender esse perfil na análise.