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Cotação comparada

Seguro de transporte Tokio Marine: apólice aberta, averbação e gerenciamento de risco

A Tokio é uma das referências do mercado em transporte de carga, e o produto dela é um sistema: apólice contratada para o período, embarques averbados um a um, e regras de gerenciamento de risco que definem se a cobertura vale no dia do roubo. Esta página explica as três peças.

A primeira peça

Apólice aberta: contratada uma vez, alimentada a cada embarque

O seguro de transporte da Tokio Marine para quem embarca com frequência é uma apólice aberta: contratada para o período, com limite máximo por embarque, mercadorias e rotas definidas, e prêmio calculado sobre o que foi efetivamente transportado. Ela não segura uma viagem; segura a operação.

A averbação é o que liga cada viagem à apólice. A empresa informa à seguradora, em regra por sistema e a partir da nota fiscal ou do conhecimento de transporte, a mercadoria, o valor, a origem, o destino e a data de cada embarque. No fim do período de apuração, a seguradora soma o que foi averbado e cobra o prêmio correspondente. Embarque que não foi averbado não está coberto, ainda que a apólice esteja em dia — é a falha mais comum que vemos em sinistro negado.

Por isso a rotina de averbação é parte do produto. Operação que emite dezenas de documentos por dia precisa de integração entre o sistema de emissão e a averbação; operação menor consegue averbar à mão, desde que alguém confira todo mês o que saiu e o que foi informado. Na cotação, perguntamos como a empresa averba hoje antes de desenhar a apólice.

A segunda peça

As coberturas de transporte e quem contrata cada uma

Embarcador e transportador têm apólices diferentes. A mesma carga pode estar em duas, e as duas se completam.

CoberturaQuem contrataO que cobreObrigatória?
Transporte nacional da mercadoriaEmbarcador (dono da carga)Perda e avaria da mercadoria em trânsito, seja quem for o transportadorNão, mas é a que protege o patrimônio
RCTR-CTransportador rodoviárioCarga de terceiros danificada em acidente com o veículoSim
RCF-DCTransportador rodoviárioRoubo e desaparecimento da carga de terceirosNão, facultativa
Cláusula DDREmbarcador, em favor do transportadorDispensa o regresso da seguradora contra a transportadora enquadradaNão, é cláusula da apólice do embarcador

Transportadora que só tem o obrigatório responde pelo roubo com o próprio patrimônio. Embarcador que confia só no seguro da transportadora fica descoberto na avaria.

A terceira peça

Gerenciamento de risco: o que a apólice exige para a cobertura valer

A Tokio escreve na apólice o que a operação precisa cumprir por tipo de carga e valor. O sinistro é regulado contra essas regras.

Motorista

Cadastro e consulta do motorista antes de cada viagem, em base de gerenciadora de risco, com validade definida na apólice.

  • Cadastro prévio do motorista e do veículo
  • Consulta renovada por período
  • Agregado e terceiro seguem a mesma regra

Rastreamento e monitoramento

Rastreador com central de monitoramento, e não só o aparelho. A exigência sobe com o valor do embarque.

  • Rastreador homologado e ativo
  • Monitoramento com protocolo de resposta
  • Sensores e bloqueio conforme a mercadoria

Regras de viagem

Rotas, paradas, pernoite em local seguro e, para carga visada, escolta ou isca. Descumprir uma regra pode negar o roubo inteiro.

  • Plano de viagem com paradas autorizadas
  • Pernoite só em ponto credenciado
  • Escolta ou isca acima do valor definido

Onde a operação erra

Averbação integrada ou manual: o que muda no sinistro

A cobertura existe no papel. Ela vale na proporção do que foi averbado.

Averbação integrada ao sistema

  • Embarque informado quando o documento fiscal é emitido
  • Nenhuma viagem fica fora por esquecimento
  • Conferência mensal automática entre o emitido e o averbado
  • Sinistro regulado sem discussão sobre cobertura

Averbação manual

  • Depende de alguém lembrar de informar
  • Viagem esquecida é viagem descoberta
  • Diferença entre emitido e averbado aparece só no sinistro
  • Funciona para operação pequena com rotina disciplinada

Antes de cotar, olhamos como a empresa emite e como averba. A apólice certa é a que a operação consegue administrar.

A apólice segue a operação

Frota, volume de embarques, exigência de DDR dos seus clientes, plano de gerenciamento de risco e como a averbação é feita hoje: com isso a Tokio consegue desenhar a apólice, e nós conseguimos comparar.

  • Apólice aberta com limite por embarque adequado ao volume
  • Exigências de gerenciamento de risco explicadas antes de assinar
  • Enquadramento em DDR tratado para quem atende grande embarcador
  • Rotina de averbação desenhada com a empresa

Cotar o seguro de transporte da Tokio Marine

Apólice aberta desenhada sobre a sua operação, com as exigências de gerenciamento de risco escritas antes da proposta.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Define se cabe apólice aberta e como ela vai ser administrada.

Se a carga não chega

Sinistro de transporte na Tokio, do aviso ao pagamento

1

Aviso e registro

Comunique a central de monitoramento e a seguradora na hora; registre boletim de ocorrência em roubo; preserve a carga avariada para vistoria.

2

Documentos da viagem

Nota fiscal, conhecimento de transporte, comprovante de averbação, cadastro do motorista e registro do rastreamento. É o que prova que a viagem estava dentro das regras.

3

Regulação e indenização

A seguradora confere averbação e gerenciamento de risco, vistoria a avaria quando houver e paga a mercadoria pelo valor do documento fiscal, nos limites da apólice.

Perguntas frequentes

Transporte da Tokio: perguntas de quem move carga

O que é averbação no seguro de transporte?

É o ato de informar à seguradora cada embarque coberto pela apólice aberta: mercadoria, valor, origem, destino e data. A apólice fica contratada para o período; a averbação é o que coloca cada viagem dentro dela. Embarque não averbado é embarque sem cobertura.

Como se averba na prática?

Por sistema, a partir do documento fiscal da viagem — a nota fiscal ou o conhecimento de transporte eletrônico. Muitas operações integram o sistema de emissão à averbação, e o embarque é informado no momento em que o documento sai. Quem averba à mão precisa de rotina e de conferência mensal.

Qual a diferença entre RCTR-C e RCF-DC?

O RCTR-C é o seguro obrigatório do transportador rodoviário: cobre a carga de terceiros em acidente com o veículo. O RCF-DC é facultativo e cobre roubo e desaparecimento da carga. Transportadora sem RCF-DC responde pelo roubo com o próprio patrimônio.

O que é a cláusula de dispensa de direito de regresso?

A DDR é uma cláusula da apólice do embarcador em que a seguradora abre mão de cobrar da transportadora o que pagou pela carga, desde que a transportadora cumpra as regras de gerenciamento de risco da apólice. Grandes embarcadores exigem que a transportadora esteja enquadrada nela.

O que a Tokio exige de gerenciamento de risco?

Depende da mercadoria, do valor por embarque e da rota. Cadastro e consulta do motorista, rastreamento com monitoramento, regras de parada e pernoite e, em carga visada, escolta ou isca são as exigências mais comuns. Elas ficam escritas na apólice, e o sinistro é regulado contra elas.

A carga foi roubada. O que acontece?

Aviso imediato à seguradora e à central de monitoramento, boletim de ocorrência, documentos do embarque e comprovação de que o gerenciamento de risco foi cumprido. A seguradora regula, confere a averbação e paga a mercadoria pelo valor da nota, dentro dos limites da apólice.

Sua operação averba tudo o que embarca?

Mande frota, volume e como a averbação é feita. A cotação da Tokio chega com as exigências de gerenciamento de risco por escrito.

Uso de marca

A Tokio Marine e esta corretora

A Plano Certo Seguro é corretora de seguros registrada na SUSEP. Não somos a seguradora citada nesta página e não a representamos. As marcas mencionadas pertencem aos seus titulares e aparecem aqui para identificar produtos que cotamos ou comparamos.