No voo
Estresse, calor, desidratação e trauma em animal despachado no porão. Raça de focinho curto é a mais sensível e a mais recusada. A responsabilidade da companhia é limitada pelo contrato de transporte.
Viajar com o animal cria três problemas que não existem em casa: ele fica longe do veterinário de confiança, passa por um transporte que não é seu, e se hospeda em lugar de outra pessoa. Cada um desses problemas tem uma cobertura diferente, e nenhuma delas está no seguro viagem da família.
O que não está incluído
A apólice de seguro viagem lista os segurados pelo nome e cobre despesa médica, bagagem e cancelamento deles. O animal que embarca junto não é segurado nessa apólice, por mais que viaje na mesma passagem e na mesma família. É um engano comum e aparece sempre no mesmo momento: na clínica, no destino.
Para o animal existem outros caminhos. Assistência pet para viagem, com atendimento veterinário emergencial fora do domicílio e orientação por central; plano de saúde animal que tenha rede ou reembolso fora da cidade de origem; e responsabilidade civil que alcance dano causado por ele longe de casa.
Há ainda o que depende do transportador. A companhia aérea aceita o animal conforme regra própria de espécie, porte e caixa, e a responsabilidade dela está limitada pelo contrato de transporte. Quem viaja por transportadora especializada assina contrato separado, que também tem limite.
Confirme a reserva do animal com a companhia antes de comprar a passagem. O número de animais por voo é limitado e a negativa acontece no balcão.
Três momentos da viagem
Estresse, calor, desidratação e trauma em animal despachado no porão. Raça de focinho curto é a mais sensível e a mais recusada. A responsabilidade da companhia é limitada pelo contrato de transporte.
Animal que adoece longe do veterinário habitual, dano a móvel do hotel ou do imóvel alugado, fuga por porta aberta. Atendimento emergencial e responsabilidade civil resolvem cenas diferentes.
Caixa de transporte e bagagem do animal extraviadas, conexão perdida com o animal em trânsito, documento sanitário recusado no embarque. Cada um tem um responsável diferente.
Antes de comprar a passagem
A quantidade de animais por voo é limitada e a reserva é feita à parte da sua passagem. Cabine e porão têm regras distintas de porte e de caixa.
Atestado de saúde recente e carteira de vacinação em dia são pedidos no embarque. Destino internacional exige o documento sanitário daquele país, com prazo próprio.
Caixa dentro da especificação da companhia, identificada, e o animal acostumado a ela antes do dia. Animal que entra na caixa pela primeira vez no aeroporto viaja pior.
Separamos o que é atendimento veterinário fora de casa, o que é bagagem e o que é responsabilidade civil, e montamos só o que a sua viagem pede.
Meio de transporte, destino e hospedagem definem a cobertura.
Perguntas frequentes
Não. O seguro viagem cobre as pessoas seguradas na apólice. O animal precisa de cobertura própria ou de uma assistência pet contratada para a viagem.
A companhia aérea trata o animal como bagagem especial e responde dentro do limite do contrato de transporte. A diferença até o gasto real é o que a cobertura própria resolve.
Voo nacional costuma exigir atestado de saúde recente e vacinação em dia. Viagem internacional exige o documento sanitário do país de destino, com trâmite próprio e antecedência.
Caixa e bagagem do animal entram como bagagem despachada, com limite próprio. Vale conferir se a cobertura de extravio contratada alcança esse item.
É responsabilidade civil: dano a bem de terceiro causado pelo seu animal. A cobertura precisa alcançar fatos fora do seu imóvel para responder nesse caso.
Dá, na forma de assistência pontual para o período. Quem viaja com frequência costuma preferir a cobertura anual, que sai mais organizada.
Cotamos a cobertura do pet separada da sua, para a mesma viagem.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.