Quebra de sigilo
Informação passada a familiar, escola ou empregador; prontuário exposto; mensagem enviada ao contato errado. É a alegação mais frequente e a mais difícil de reverter.
Na psicologia, o processo raramente alega erro técnico. Alega quebra de sigilo, laudo que prejudicou alguém, atendimento que terminou de forma abrupta. É dano moral, e a apólice precisa estar desenhada para esse tipo de ação.
O que chega como processo
Informação passada a familiar, escola ou empregador; prontuário exposto; mensagem enviada ao contato errado. É a alegação mais frequente e a mais difícil de reverter.
Avaliação usada em disputa de guarda, perícia, concurso ou desligamento. O terceiro atingido pelo documento processa quem o assinou, mesmo sem ser paciente.
Alta abrupta, ausência de encaminhamento em crise, falha em acionar rede de apoio quando havia risco. A discussão é sobre o dever de cuidado.
O consultório mudou de lugar
Boa parte da psicologia clínica hoje acontece por vídeo, e a responsabilidade do profissional é a mesma da sala presencial. O que muda é o número de maneiras de dar errado: a sessão gravada sem consentimento, a plataforma que vaza dados, o paciente em outro estado ou fora do país, a crise que acontece do outro lado da tela sem rede de apoio local.
O conselho da categoria regulamenta o atendimento a distância e exige cadastro específico para essa prática. Atender fora dessas regras é problema ético e também problema de apólice, porque a seguradora cobre a atividade regular, não a irregular. Declarar a modalidade na contratação é o que faz a cobertura valer.
A plataforma pela qual você atende tem seguro próprio, e ele protege a plataforma. A clínica de terceiros idem. Quem assina o prontuário e responde no conselho é o psicólogo, e é o nome dele que aparece na ação.
A reclamação chega meses ou anos depois da sessão. Retroatividade e prazo complementar valem tanto quanto o limite.
Leitura da apólice
Em responsabilidade profissional, a lista de exclusões define a apólice tanto quanto a de coberturas.
Se você emite laudo, atende online ou trabalha com avaliação para terceiros, essas três coisas precisam estar escritas na apólice.
São as duas atividades que mais geram ação e as que mais ficam fora por falta de declaração. Perguntamos antes para a apólice sair certa.
Modalidade de atendimento e emissão de laudo definem a apólice.
Perguntas frequentes
Principalmente por quebra de sigilo, por laudo ou parecer que prejudicou alguém e por encerramento abrupto de atendimento. Raramente por erro técnico, o que muda a natureza do processo: é dano moral.
Costuma estar, quando declarado na contratação e feito dentro das regras do conselho da categoria. Atender pessoa que está fora do país pode ficar fora da apólice.
Algumas apólices incluem a defesa em representação ética, que é distinta da ação cível. É cláusula a conferir, não a presumir.
Gera. Laudo usado em disputa de guarda, avaliação para porte de arma, concurso ou perícia atinge terceiros, e quem se sente prejudicado processa quem assinou.
A responsabilidade pelo dano moral ao paciente entra. O custo de responder ao incidente de dados em si pode exigir cobertura de risco cibernético.
Conte como você atende que cotamos a apólice para o seu consultório.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.