O público
Queda, tumulto na entrada, mal-estar por alimento servido, objeto que cai de uma estrutura. Quem se machucou cobra de quem organizou.
O seguro de evento cuida do que é seu: cancelamento, estrutura, equipamento. A responsabilidade civil cuida do que é dos outros: o público que entrou, o vizinho que ouviu, o espaço que foi devolvido diferente. O local exige a segunda, não a primeira.
Se você procura cobertura de cancelamento e equipamento, a página de seguro para eventos trata disso.
Por que o espaço pede antes de liberar a data
Casa de eventos, arena, hotel e centro de convenções têm seguro próprio, e ele responde pelo prédio e pela operação deles. No dia do evento, quem trouxe o público, montou a estrutura e contratou os fornecedores foi o organizador, e é dele a responsabilidade pelo que acontecer com quem entrou.
É por isso que o contrato de locação do espaço traz a exigência: apólice de responsabilidade civil em nome do organizador, com limite mínimo definido, vigência que comece na montagem e termine na desmontagem, e o local nomeado como beneficiário. Sem isso, a data não é liberada.
Em espaço público a lógica é a mesma, com o órgão que concede o alvará no papel do locador. Corrida de rua, feira em praça e procissão costumam depender da apólice para receber autorização.
A data do evento é fixa. Cotar em cima da hora reduz as opções e pode deixar de fora a seguradora que aceitaria a estrutura montada.
De onde vem o dano
Queda, tumulto na entrada, mal-estar por alimento servido, objeto que cai de uma estrutura. Quem se machucou cobra de quem organizou.
Palco, tenda, arquibancada, torre de som. Vento, montagem apressada e sobrecarga transformam a estrutura na maior fonte de risco do dia.
Segurança, buffet, montadora, iluminação. O organizador responde perante o público pelo que eles fizerem, e precisa saber se a apólice os alcança ou exige apólice de cada um.
O que o contrato do espaço costuma pedir
O contrato define o valor. Cotar abaixo dele é ter uma apólice que o local vai recusar.
O risco começa quando o primeiro caminhão entra e termina quando o último sai. A apólice só do dia deixa esses dois períodos descobertos.
O local quer constar na apólice para ser indenizado diretamente. É uma linha na redação, mas sem ela o documento não é aceito.
Mande o contrato de locação ou a exigência do alvará junto. A apólice sai redigida para ser aceita de primeira.
Público, estrutura e exigência do local definem a apólice.
Perguntas frequentes
O seguro de evento protege o organizador contra cancelamento e dano ao que é dele. A responsabilidade civil responde pelo dano que o evento causa a terceiros: público, vizinhos e o próprio espaço. São apólices diferentes, muitas vezes contratadas juntas.
Em geral um limite mínimo, vigência que cubra montagem e desmontagem, e cláusula que o nomeia como beneficiário ou cossegurado. Vem escrito no contrato de locação do espaço.
Quem contratou. O organizador responde perante o público pelos fornecedores que escolheu, e depois discute com eles. A apólice pode incluir os terceirizados ou exigir que cada um tenha a sua.
Costuma ser condição do alvará. A prefeitura ou o órgão que libera a via exige a apólice para autorizar.
Pode. Quem organiza vários eventos por ano contrata uma apólice de vigência anual com declaração de cada evento, o que sai mais simples do que uma apólice por data.
Mande o contrato do espaço que cotamos exatamente o que ele exige.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.