UTI e centro cirúrgico
Respirador, monitor multiparamétrico e aparelho de anestesia concentram um valor de reposição que nenhum patrimonial genérico alcança — cada um entra declarado à parte.
Um hospital de grande porte reúne UTI, centro cirúrgico, equipamento de alta complexidade e um corpo clínico numeroso sob o mesmo teto. É essa escala institucional, não o simples atendimento médico, que define a apólice certa.
Escala muda a responsabilidade
Os dois cuidam de paciente, mas a escala e a estrutura mudam o desenho da apólice — não é só uma questão de tamanho.
Hospital com poucos leitos e clínica de grande porte às vezes se aproximam — o que define a apólice certa não é só o nome do estabelecimento, é a estrutura que ele mantém em funcionamento.
Três frentes de um hospital
Respirador, monitor multiparamétrico e aparelho de anestesia concentram um valor de reposição que nenhum patrimonial genérico alcança — cada um entra declarado à parte.
Gerador e nobreak sustentam equipamento vital durante uma queda de energia; a falha desse sistema pesa tanto quanto o próprio equipamento na análise de risco.
Médicos do quadro próprio e credenciados atuando sob o mesmo teto formam uma responsabilidade institucional que vai além da soma das apólices individuais.
Cotamos a RC médica institucional, o equipamento de alta complexidade e a energia crítica de UTI e centro cirúrgico.
Número de leitos, complexidade e corpo clínico definem a apólice.
Perguntas frequentes
Escala e estrutura. O hospital reúne múltiplos departamentos, UTI, centro cirúrgico e um corpo clínico numeroso sob uma responsabilidade institucional única, diferente da clínica de poucos profissionais.
Não. A RC médica institucional cobre a instituição pela falha sistêmica ou pela atuação do corpo clínico vinculado; muitos médicos mantêm também a própria apólice individual, porque a ação costuma citar os dois.
Não. Equipamento de alta complexidade — respirador, monitor multiparamétrico, aparelho de imagem de grande porte — é declarado item a item, pelo valor de reposição, muito acima do patrimonial genérico.
É um dos primeiros pontos avaliados: hospital de grande porte depende de gerador e nobreak para manter equipamento vital funcionando, e a falha desse sistema entra na análise de risco patrimonial e de responsabilidade.
Costuma entrar como uma frente própria dentro da RC médica institucional, com análise de protocolo de controle de infecção, separada do erro num procedimento específico.
Mande o porte e a complexidade que cotamos a apólice institucional.
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