Seguro para e-commerce
Um e-commerce não tem vitrine nem cliente andando pelo corredor, mas tem estoque parado num centro de distribuição e mercadoria em trânsito até a porta de quem comprou. É nesses dois pontos que o risco do negócio se concentra.
Onde a mercadoria do e-commerce está exposta
Do centro de distribuição até a porta do cliente
| Etapa | O que pode acontecer | Cobertura que responde |
|---|---|---|
| Estoque em CD próprio | Incêndio, alagamento ou furto no armazém do próprio e-commerce | Patrimonial, pelo valor do estoque no pico |
| Estoque em CD terceirizado | Mesmo risco, mas em operação de fulfillment de outra empresa | Cobertura própria sobre a mercadoria, conforme o contrato |
| Mercadoria em trânsito | Extravio ou avaria no caminho até o cliente final | Transporte de encomendas, complementar ao acordo com a transportadora |
O valor segurado do estoque precisa acompanhar o pico de datas promocionais, quando o CD costuma estar mais cheio do que na média do ano.
O risco que não é físico
Dado de cliente pede seguro cyber, não patrimonial
Todo e-commerce guarda dado de cliente — nome, endereço, e em muitos casos informação de pagamento. Um vazamento ou uma invasão que expõe esse banco de dados não tem relação com o estoque guardado no CD nem com a mercadoria em trânsito: é um risco à parte, coberto por seguro cyber.
Quanto mais dado sensível o próprio site processa, sem passar por um intermediador de pagamento externo, maior a exposição — e é por isso que a cotação de e-commerce costuma andar junto com a de cyber, mesmo sendo apólices diferentes.
O que fica de fora dessa conta é o físico: estoque parado, mercadoria em trânsito e o eventual ponto de retirada, quando existe. Cada frente responde por um tipo de prejuízo diferente, e nenhuma substitui a outra.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é separar o que é estoque, o que é transporte e o que é dado antes de fechar a cotação.
Do estoque parado até a porta do cliente
Cotamos o estoque no CD próprio ou terceirizado, o transporte até o cliente final e indicamos o cyber quando o site processa dado sensível.
- Estoque em CD próprio ou terceirizado
- Mercadoria em trânsito até o cliente final
- Valor segurado ajustado ao pico promocional
- Cyber indicado quando o site processa dado de pagamento
Cotação para e-commerce
Onde o estoque fica, quem entrega e o dado que o site processa definem a apólice.
Perguntas frequentes
E-commerce: dúvidas frequentes
Estoque guardado num centro de distribuição terceirizado é seguro meu ou do operador do CD?
Depende do contrato entre as partes. Em muitos modelos de fulfillment, o e-commerce ainda precisa da própria cobertura sobre a mercadoria, mesmo guardada em CD de terceiro.
Mercadoria que se perde no caminho até o cliente final é coberta?
Pode ser, com cobertura de transporte de encomendas ou o acordo de responsabilidade firmado com a transportadora contratada — a apólice do e-commerce cobre o intervalo que esse acordo deixa descoberto.
Um ataque que expõe dados de clientes do e-commerce entra nesse mesmo seguro?
Não. Vazamento e invasão de dados entram em seguro cyber, apólice separada do patrimonial do estoque e da cobertura de transporte.
E-commerce sem loja física precisa do mesmo seguro de uma loja de rua?
Não do mesmo jeito. O risco de vitrine e de cliente presencial praticamente não existe; em compensação, o de estoque parado e de transporte até o cliente final é maior.
Pico de vendas em datas promocionais muda a cotação?
Muda. O valor segurado do estoque precisa acompanhar o volume de mercadoria parada no CD nessas datas, não o volume médio do resto do ano.
Veja também
Onde o seu estoque fica guardado hoje?
Mande o modelo de CD e a entrega até o cliente que cotamos.