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Operação para terceiros

Seguro para centro de distribuição

Um centro de distribuição não guarda o próprio estoque: guarda o de outras empresas, sob contrato, com empilhadeira circulando em turno contínuo. O risco não é só seu — é de quem confiou a mercadoria a você.

De quem é a mercadoria

Galpão próprio e centro de distribuição não são o mesmo risco

A diferença não está no tamanho do prédio: está em quem é dono do que está guardado e em quantos contratos dependem do mesmo endereço ao mesmo tempo.

No centro de distribuição

  • A mercadoria pertence ao cliente contratante, sob contrato de operação
  • Vários clientes podem ser atendidos ao mesmo tempo
  • Empilhadeira opera em turno contínuo, com alto giro
  • A responsabilidade pelo dano à carga é do operador

No galpão de estoque próprio

  • A mercadoria é do dono do próprio negócio
  • Um patrimônio só, declarado por um valor de pico
  • Movimentação proporcional ao giro do próprio negócio
  • O prejuízo recai só sobre quem já era dono da mercadoria

O limite de bens de terceiros sob guarda de um centro de distribuição precisa somar o valor de todos os clientes atendidos ao mesmo tempo, não só o do maior contrato.

O que pesa na operação

Três riscos concentrados de um CD

Empilhadeira em turno contínuo

Movimentação intensa aumenta a chance de avaria à carga e de acidente com o operador. Responsabilidade civil e equipamento andam juntos aqui.

Incêndio em grande volume

Estoque de vários clientes empilhado em pé-direito alto propaga fogo rápido. Sprinkler e compartimentação pesam mais que o tamanho do prédio.

Contrato de operação logística

O limite de responsabilidade que o CD assume com cada cliente contratante define o quanto a cobertura de bens de terceiros precisa alcançar.

A mercadoria é do cliente, a responsabilidade é sua

Cotamos os bens de terceiros somando todos os clientes atendidos, a empilhadeira em operação e a proteção contra incêndio do prédio.

  • Bens de terceiros sob guarda para todos os clientes
  • Empilhadeira e equipamento de movimentação
  • Incêndio avaliado pelo sistema de proteção
  • Responsabilidade civil pelo contrato de operação

Cotação para centro de distribuição

Número de clientes, empilhadeiras e proteção contra incêndio definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

É o que mais pesa na aceitação de um centro de distribuição de grande porte.

Perguntas frequentes

Centro de distribuição: dúvidas frequentes

Qual a diferença entre um centro de distribuição e um galpão comum?

O centro de distribuição opera para terceiros: recebe, armazena e movimenta mercadoria que pertence a outra empresa contratante, com alto giro e contrato de serviço. O galpão comum guarda o próprio estoque do dono do negócio.

A mercadoria do cliente contratante entra no meu patrimonial?

Não. Ela é bem de terceiro sob guarda, cobertura própria, separada do estoque que é seu. O contrato de operação logística com o cliente costuma fixar o limite de responsabilidade sobre essa mercadoria.

Empilhadeira em operação intensa muda o risco?

Muda. Centro de distribuição com várias empilhadeiras em turno contínuo tem mais avaria de movimentação do que um galpão de baixo giro, e isso entra na análise de responsabilidade civil e de equipamento.

Incêndio em CD automatizado é tratado diferente?

A automação em si não é seguro contra incêndio — sistema de sprinkler, detecção e compartimentação é que pesam na aceitação, sistema automatizado ou não.

Um CD atende mais de um cliente ao mesmo tempo. Isso muda a apólice?

Muda o limite necessário de bens de terceiros sob guarda, que precisa somar o valor de todos os clientes atendidos simultaneamente, não só do maior contrato.

Quantos clientes dependem do seu centro de distribuição?

Mande o número de clientes e o valor médio estocado que cotamos.