Seguro para açougue
O estoque de um açougue derrete. Uma queda de energia de poucas horas na câmara fria transforma patrimônio em perda total — e é esse relógio que a apólice de um açougue precisa vencer.
Riscos que só existem aqui
O que ameaça um açougue e o que responde por isso
| Risco | Quando acontece | Cobertura que responde |
|---|---|---|
| Queda de energia | Câmara fria para e a carne não aguenta o calor | Deterioração de mercadoria por falha de energia, contratada à parte |
| Corte com serra ou faca | Manuseio de carne e osso no balcão | Acidente de trabalho, no vida em grupo ou acidentes pessoais coletivo |
| Fogo na chapa ou defumador | Fonte de calor constante perto de gordura | Incêndio, com aceitação mais rigorosa por causa da fonte de calor |
| Roubo do caixa ou do estoque | Assalto ou arrombamento fora do horário | Roubo, com limite que alcance o valor de carne guardada |
Câmara fria e carne são declaradas separadas: uma pelo valor de reposição do equipamento, a outra pelo valor no mês em que o estoque está mais cheio.
O relógio da câmara fria
Poucas horas decidem entre prejuízo pequeno e perda total
Um mercado com estoque seco tem dias para reagir a uma queda de energia. Um açougue tem horas. A carne que não recupera a cadeia de frio a tempo perde valor de venda e, em muitos casos, precisa ser descartada por completo — e o prejuízo chega inteiro de uma vez, no pior momento do mês.
Por isso a cobertura de deterioração de mercadoria por falha de energia não é acessório: é o núcleo da apólice de um açougue. Ela responde quando a queda de energia vem de fora — da concessionária — e quando o próprio compressor falha, conforme o desenho contratado.
O gerador entra nessa conta como redução de risco, não como substituto do seguro. Ele compra tempo; a apólice cobre o que o tempo não conseguiu evitar.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é alinhar a cobertura ao tempo que a sua câmara fria realmente aguenta sem energia.
A carne não espera a seguradora decidir
Cotamos a deterioração por queda de energia, o corte como acidente de trabalho e o incêndio pela fonte de calor que o açougue tem.
- Deterioração de mercadoria por falha de energia
- Acidente de trabalho da equipe do balcão
- Incêndio avaliado pela fonte de calor
- Roubo com limite para o estoque de carne
Cotação para açougue
Refrigeração, gerador e valor de carne estocada definem a apólice.
Perguntas frequentes
Açougue: dúvidas frequentes
Falta de energia que estraga a carne é coberta?
Depende da cobertura de deterioração de mercadoria por falha de energia, contratada à parte do patrimonial comum. Sem ela, a carne perdida na queda de energia não é indenizada.
Corte com serra entra no seguro do açougue?
Entra como acidente de trabalho, coberto por vida em grupo ou acidentes pessoais coletivo da equipe — não pelo patrimonial, que protege bens, não pessoas.
Declaro a câmara fria junto com o estoque de carne?
Separado. O equipamento de refrigeração é bem declarado à parte, pelo valor de reposição; a carne guardada dentro dele é estoque, declarado pelo valor do ponto mais cheio do mês.
Gerador próprio muda a cotação?
Muda a favor. Gerador que assume a câmara fria em minutos reduz a chance de perda total e costuma pesar na aceitação e no prêmio.
Fogo na chapa ou no defumador é tratado diferente de incêndio comum?
Não na cobertura — incêndio é incêndio — mas pesa na aceitação: fonte de calor constante perto de gordura e carne exposta é risco que a seguradora avalia com mais atenção.
Quantas horas sua câmara fria aguenta sem energia?
Mande a refrigeração e o valor de carne estocada que cotamos.