Assim que fecha o local
É o melhor momento: quase nenhum risco ainda é conhecido, e a cobertura entra ampla.
O congresso marcado para daqui a seis meses já tem local reservado, palestrante confirmado e metade dos fornecedores pagos. Se algo alheio à sua vontade impedir a data, o dinheiro já gasto não volta sozinho — é isso que a cobertura de cancelamento devolve.
O que é força maior aqui
Cancelamento de evento não indeniza mudança de plano. Ele responde quando uma causa fora do controle do organizador torna o evento impossível de realizar na data prevista: uma tempestade que impede o acesso ao local, uma determinação de autoridade pública que proíbe a aglomeração, um dano estrutural no espaço contratado, o impedimento médico comprovado do contratante ou de uma atração já confirmada.
É por isso que a apólice se contrata cedo. No início do planejamento, quase toda causa futura ainda é hipotética e entra na cobertura; perto da data, riscos que já eram conhecidos — uma obra ao lado do local, um palestrante que já vinha com saúde debilitada — deixam de contar como imprevisíveis e saem do desenho da apólice.
Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é montar a apólice certa para o seu caso.
Duas coberturas, dois efeitos
O evento pode contratar as duas, com gatilhos diferentes para cada uma.
Desistência por decisão de negócio — baixa venda de ingresso, corte de orçamento — fica fora das duas coberturas.
Linha do tempo da contratação
É o melhor momento: quase nenhum risco ainda é conhecido, e a cobertura entra ampla.
Ainda dá para contratar, com o palestrante ou artista principal já nomeado na apólice.
A cobertura ainda existe, mas riscos já visíveis — uma obra vizinha, uma praga sazonal conhecida — já não contam como imprevisíveis.
Cotamos o cancelamento e o adiamento por causa alheia à sua vontade, com o cronograma e os contratos que você já tem.
Tipo de evento, data e contratos já assinados definem a apólice.
Perguntas frequentes
Não. Baixa procura é decisão de negócio, não força maior. A cobertura de cancelamento responde a uma causa alheia à vontade do organizador — intempérie extrema, determinação de autoridade pública, impedimento médico comprovado — nunca a um resultado comercial abaixo do esperado.
São desenhos diferentes. O adiamento reembolsa o custo extra de remarcar a data — nova taxa de local, ajuste de fornecedor —; o cancelamento reembolsa o investimento já feito que não tem mais como ser recuperado, porque o evento não vai acontecer. Um evento pode contratar as duas, e a diferença fica clara no contrato.
Dá, mas a janela de causas cobertas fica mais estreita quanto mais perto da data e quanto mais riscos já eram conhecidos no momento da contratação. Contratar cedo, logo depois de fechar o primeiro fornecedor, é o que preserva a cobertura mais ampla.
Precisa. A seguradora indeniza sobre o que está documentado: contrato assinado, comprovante de pagamento e cronograma do evento. Sem esse rastro, o sinistro discute quanto foi realmente investido — e a reconstrução depois do fato é sempre mais lenta que arquivar cada recibo no dia em que ele chega.
É o mesmo princípio de cancelamento aplicado a outro contratante. A página de casamento e festa trata do dinheiro adiantado por uma família; esta trata do investimento de uma empresa ou instituição num congresso, lançamento, show ou feira — o desenho de causas cobertas muda com o porte e o tipo de contratante.
Mande a data e o que já foi contratado que cotamos o cancelamento.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.