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Obra que flutua no fim

Seguro para estaleiro: a embarcação em obra e o pátio que a constrói

No estaleiro, o bem mais valioso do pátio não é do estaleiro: é a embarcação do cliente, em construção ou em reparo, cercada de solda, resina e guindaste. A apólice que cobre isso vem dos riscos de engenharia, não do seguro náutico, e é lida por fase da obra.

As fases da obra

Do bloco ao teste de mar: o risco muda a cada etapa

1

Construção no pátio

Casco em blocos, materiais estocados, laminação e solda. O risco é incêndio e queda de estrutura, e a cobertura é a de riscos do construtor naval, com o valor da obra crescendo a cada medição.

2

Lançamento ao mar

O momento em que a construção inteira desce a carreira ou sai do dique. É a fase de maior chance de perda total em segundos, e entra por cláusula própria, com o método de lançamento declarado.

3

Testes e entrega

Teste de máquina, teste de mar e navegação até o cliente. A embarcação nova sai do pátio sem apólice de casco ainda, e é a cláusula de teste que a cobre até a assinatura do termo de entrega.

Os três patrimônios

Obra, embarcação de terceiro e pátio: uma apólice para cada

A embarcação em construção

Riscos do construtor naval: modalidade de riscos de engenharia que cobre a obra pelo valor do contrato, com materiais, equipamentos a instalar, lançamento e testes. Contratada pelo estaleiro ou pelo cliente, conforme o contrato de construção.

O barco do cliente em reparo

Responsabilidade civil do reparador naval: o estaleiro recebeu o bem e responde pelo que acontecer a ele na docagem, na solda e no teste. O seguro de casco do dono cobra do estaleiro depois; a RC é o que responde.

O pátio e os equipamentos

Carreira, pórtico, guindaste, dique flutuante, cabine de pintura e galpão de laminação. Seguro empresarial com incêndio, quebra de máquina e lucros cessantes, porque o estaleiro parado com obra dentro é prejuízo em dobro.

O que a seguradora exige

Trabalho a quente, resina e o plano de lançamento

Estaleiro é risco de incêndio por natureza: solda e corte ao lado de resina, solvente, madeira e fibra. A seguradora que aceita o pátio escreve na apólice as condições de trabalho a quente, com permissão formal, vigia de fogo, extintor no posto e afastamento de material inflamável. Não são recomendações; são condições de cobertura, e o incêndio que começa numa solda sem permissão é o sinistro que mais gera negativa no ramo.

A laminação de fibra tem risco próprio: vapor de estireno, acúmulo de resina e reação exotérmica em peça grande. A cabine de pintura, o de solvente. A vistoria de aceitação percorre cada galpão e classifica o risco por processo, e é comum a seguradora pedir separação física entre a área de laminação e a de solda antes de aceitar.

Para a obra em si, o documento central é o cronograma com o valor por fase e o plano de lançamento. A apólice de riscos do construtor naval acompanha o valor da embarcação conforme ela cresce, e a cláusula de lançamento só vale se o método, a carreira ou o dique e a data forem declarados. Lançar sem avisar é lançar sem seguro.

Construtor naval, reparador e pátio numa mesma cotação

Separamos o que é obra, o que é bem de terceiro e o que é patrimônio do estaleiro, e cotamos cada um na seguradora que opera riscos de engenharia e responsabilidade naval.

  • Riscos do construtor naval por fase, com lançamento e testes
  • RC do reparador naval pelo barco do cliente em docagem
  • Seguro empresarial do pátio com quebra de máquina e lucros cessantes
  • Condições de trabalho a quente conferidas antes da vistoria

Cotação de seguro para estaleiro

Atividade, porte, obras simultâneas e processos entram antes do preço.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Estaleiro: o que o dono do pátio pergunta

Qual seguro cobre a embarcação enquanto está sendo construída?

O seguro de riscos do construtor naval, uma modalidade de riscos de engenharia: cobre o casco em obra, os materiais no pátio, o lançamento ao mar e os testes, do primeiro bloco à entrega. A apólice de casco comum só começa depois.

O estaleiro responde pelo barco do cliente que está em reparo?

Responde, como reparador que recebeu o bem. Incêndio durante a solda, queda no carrinho de docagem e dano em teste de mar são cobrados do estaleiro, e a responsabilidade civil do reparador naval é o que transfere isso à seguradora.

Solda e trabalho a quente têm cobertura de incêndio?

Têm, com condições: permissão de trabalho a quente, vigia de fogo e extintor no posto são exigências que a seguradora escreve na apólice. Incêndio por solda sem essas medidas é o sinistro que mais gera negativa em estaleiro.

O lançamento ao mar e o teste de navegação estão cobertos?

Estão quando declarados como fase da obra. O lançamento é o momento de maior risco de perda total de uma construção, e o teste de mar expõe a embarcação nova a colisão e a falha de máquina fora do pátio. Os dois entram por cláusula própria.

Estaleiro precisa de seguro para os equipamentos do pátio?

Precisa: carreira, guindaste, pórtico, dique flutuante e ferramental são o patrimônio que mantém o estaleiro operando. Entram no seguro empresarial ou em apólice de equipamentos, com a quebra de máquina que o incêndio comum não cobre.

A obra cresce todo dia. O seguro precisa crescer com ela.

Cotamos riscos do construtor naval, RC do reparador e o pátio, cada um na apólice certa.