Fotografe a peça e a referência
Mostrador, fundo da caixa com o número de série e o certificado. É o que identifica exatamente qual peça estava segurada.
Um relógio de alta relojoaria é, ao mesmo tempo, o bem mais valioso que sai de casa todo dia e o único que fica visível no pulso. Segurar essa peça é resolver duas coisas: quanto ela vale hoje e onde a cobertura precisa valer.
O valor da peça
Alta relojoaria é dos poucos bens de consumo em que o preço de mercado pode andar para cima depois da compra. Referências descontinuadas, séries limitadas e modelos com procura acima da oferta deixam de ter relação com a nota fiscal original. Quem segura pelo valor da nota antiga fica subsegurado, e a indenização sai pelo valor da apólice, não pelo de reposição.
O caminho é a contratação por valor acordado, sustentada por avaliação de relojoeiro ou por documento de revenda autorizada. A seguradora aceita o valor na contratação e paga esse valor em perda total, sem reabrir a discussão de preço no momento mais desfavorável. Para quem tem mais de uma peça, cada uma entra com referência própria.
O conjunto que acompanha a peça faz parte do valor. Caixa, certificado, elos sobressalentes e comprovante de revisão compõem o que o mercado chama de conjunto completo, e a ausência deles reduz o preço de reposição. Guardar tudo separado da peça é uma providência simples que protege a indenização.
Avaliação envelhece. Peça que valorizou e não foi reavaliada fica coberta por menos do que custa repor — e isso só aparece no sinistro.
Antes de contratar
Mostrador, fundo da caixa com o número de série e o certificado. É o que identifica exatamente qual peça estava segurada.
Relojoeiro ou revenda autorizada. Para referência descontinuada, a avaliação é o único documento que reflete o valor atual de reposição.
Guardada em casa, usada na cidade ou levada em viagem ao exterior são três contratações diferentes, com preços diferentes.
Orientamos a avaliação da peça, declaramos cada referência individualmente e contratamos a extensão para uso fora de casa.
Referência, documentação e uso definem o valor acordado.
Perguntas frequentes
Só até o sublimite de itens de valor, que costuma ser baixo demais para uma peça assim. Acima dele, a peça precisa ser declarada individualmente, com avaliação.
A nota sustenta a compra; a avaliação sustenta o valor atual. Peça descontinuada ou valorizada precisa de avaliação atualizada para não ficar subsegurada.
Só com extensão para uso fora do endereço contratada expressamente. Sem ela, a peça está coberta guardada em casa e descoberta justamente quando é usada.
Não muda a cobertura, mas muda a apuração. A seguradora costuma pedir detalhamento da abordagem no boletim de ocorrência quando o alvo foi específico.
Importam muito. O conjunto completo sustenta o valor da peça e, em algumas condições, a própria comprovação de propriedade.
Pode, com comprovante de compra e declaração de bagagem quando houver. O valor segurado é o de reposição no mercado brasileiro.
Cotamos por valor acordado e com a cobertura valendo no pulso.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.