Vida
Capital dimensionado por quem sustenta a casa em dinheiro e por quem sustenta em trabalho — não só por quem tem carteira assinada.
Cada seguro contratado separado, num momento diferente, sem olhar os outros dois. É assim que a maioria das famílias chega até nós — e é aí que aparecem capitais desproporcionais e coberturas que nunca foram atualizadas.
O erro mais comum
É raro uma família decidir, de propósito, deixar uma lacuna de proteção. O que acontece é mais simples: o seguro de vida foi contratado quando o primeiro filho nasceu, o residencial veio junto com o financiamento do banco, e o do carro é o que sempre existiu, renovado sem revisão desde então. Cada um fez sentido no momento em que foi contratado.
O problema aparece quando alguém olha os três juntos. O capital do seguro de vida às vezes não considera quem cuida da casa sem renda formal. O residencial segue com o valor da mudança, sem a reforma que veio depois. E ninguém percebeu que os dois adultos têm capitais de vida muito diferentes, mesmo sustentando a casa nas mesmas proporções.
Planejar em conjunto significa olhar a família como ela é hoje — quem trabalha, quem cuida, quantos dependem de qual renda, o que a casa tem de valor real — e distribuir a proteção de acordo com isso, em vez de somar apólices contratadas em momentos diferentes por motivos diferentes.
As três frentes
Capital dimensionado por quem sustenta a casa em dinheiro e por quem sustenta em trabalho — não só por quem tem carteira assinada.
Valor segurado revisto contra o que a casa tem hoje, incluindo reforma e bens que entraram depois da contratação original.
Cobertura de cada veículo da família olhada junto com quem dirige cada um, para não faltar condutor declarado nem sobrar cobertura paga em duplicidade.
Como conduzimos
Quem mora na casa, quem trabalha, quem cuida, o que a casa e os veículos valem hoje. Sem esse retrato, qualquer capital é um chute.
Se há seguros contratados, olhamos os três juntos: onde o capital está desproporcional, onde a cobertura ficou velha, onde falta algo.
Uma proposta única, com a lógica de cada capital e cada cobertura explicada — não um pacote fechado que ninguém entende por quê.
Vida, casa e carro olhados juntos, na proporção de quem sustenta e do que precisa ser protegido.
Conte a composição da família e o que já existe. Propomos a carteira em seguida.
Perguntas frequentes
Porque contratado separado, sem olhar o conjunto, é comum sobrar cobertura num lugar e faltar em outro — duas apólices de vida com capitais desproporcionais entre o casal, ou residencial subdimensionado porque ninguém revisou desde a mudança.
Não. Serve tanto para quem vai contratar o primeiro seguro da família quanto para quem já tem dois ou três e nunca olhou juntos.
Não. É sobre a carteira de seguros da família — o que protege renda, patrimônio e bens — e não sobre investimento ou aposentadoria.
Não. Casal sem filhos, um adulto morando só com dependente idoso e família recomposta com filhos de relacionamentos diferentes também têm carteira própria a montar — a composição familiar muda o que faz sentido, não o processo.
Depende de quantos seguros já existem para revisar. Uma família sem nenhum seguro ainda costuma ser mais rápida de estruturar do que uma com apólices antigas para conferir uma a uma.
Conte quem mora na casa e o que já existe.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.