Assalto em trânsito
O risco central do trajeto, dimensionado pelo tipo de veículo, pela presença de escolta armada e pelo histórico de risco das rotas atendidas.
Levar dinheiro, moeda estrangeira ou metal precioso de um ponto a outro não é uma tarefa do comerciante comum: é o negócio principal de uma empresa especializada, regulada, com carro-forte e escolta. Este produto é para essa empresa, não para quem só leva o próprio caixa ao banco.
Se você é o comerciante levando o próprio caixa ao banco, veja o seguro de valores em trânsito empresarial.
Um negócio diferente do comércio que só quer levar o caixa ao banco
A empresa que se dedica a transportar valores para terceiros opera sob regras próprias: autorização da autoridade competente, carro-forte blindado, tripulação treinada e, em regra, uma Guia de Transporte de Valores acompanhando cada deslocamento, com origem, destino e composição da carga declaradas.
É um negócio diferente do de um lojista que manda o funcionário levar o caixa do dia até a agência: ali, o transporte é ocasional, dentro da rotina de outro negócio. Aqui, transportar valor de terceiros é a atividade principal, prestada em escala, com rota, frequência e exposição muito maiores.
Por isso a cotação deste seguro olha para a operação inteira da transportadora de valores: tipo de valor predominante, se há escolta armada, se o veículo é próprio ou terceirizado, e quais praças e rotas são atendidas — não apenas um trajeto isolado até um único banco.
Se o negócio da sua empresa é transportar dinheiro, joia ou título de terceiros, a cotação certa é esta, não a de valores em trânsito de um comerciante comum.
Três frentes desta cotação
O risco central do trajeto, dimensionado pelo tipo de veículo, pela presença de escolta armada e pelo histórico de risco das rotas atendidas.
Momento em que o carro-forte para numa agência ou caixa eletrônico para recolher ou entregar valor — um ponto de exposição dentro do próprio trajeto.
Numerário, moeda estrangeira, joia e título têm perfis de risco diferentes entre si, e declarar a composição real muda a cotação.
Avaliamos o tipo de valor predominante, o veículo empregado e a rotina de escolta antes de fechar a apólice.
Tipo de valor, veículo e rotas atendidas definem a apólice.
Perguntas frequentes
Aquele produto é para o comerciante que leva o próprio caixa até o banco, com seu funcionário ou um carro-forte terceirizado. Este é para a empresa especializada que presta o serviço de transporte de valores para terceiros como atividade principal, regulada como tal.
É a Guia de Transporte de Valores, o documento que acompanha cada deslocamento de numerário ou outro valor regulado, identificando origem, destino e o que está sendo transportado naquele trajeto específico.
Sim, é atividade regulada, sujeita a autorização e fiscalização específicas. A apólice considera essa regularização como parte da análise de risco, junto com o tipo de veículo e a rotina de escolta.
Cobre dentro do trajeto declarado, incluindo as paradas previstas de coleta e entrega em agências, caixas eletrônicos ou outros pontos da rota contratada.
Não exatamente. Cada tipo de valor — numerário, moeda estrangeira, joia, metal precioso, título — tem análise própria, e declarar a composição real da carga transportada é o que ajusta a cotação ao risco de cada tipo.
Conte o tipo de valor e a rota que cotamos a apólice certa.
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