Afilhamento
A planta forma os perfilhos que vão sustentar a produção. Frio moderado nessa fase costuma ser tolerado; o risco maior ainda está por vir.
O trigo floresce no fim do inverno, ainda sob risco de geada tardia, e é colhido numa época em que uma chuva forte pode germinar o grão dentro da própria espiga. São dois riscos opostos, um em cada ponta do ciclo.
Diga a finalidade da produção, moagem ou semente: ajuda a dimensionar a cobertura.
Do afilhamento à colheita
A planta forma os perfilhos que vão sustentar a produção. Frio moderado nessa fase costuma ser tolerado; o risco maior ainda está por vir.
A espiga se forma e floresce no fim do inverno, período ainda sujeito a geada tardia. Frio nessa fase compromete a fecundação do grão.
A espiga madura exposta à chuva forte pode germinar ainda em pé, o chamado grão brotado, perdendo o que seria colhido como grão sadio.
O trigo entra na janela que soja e milho deixam livre
Ocupa o período em que soja e milho já foram colhidos na mesma região, o que faz do trigo uma cultura de sucessão comum.
O maior risco climático da cultura, concentrado na floração, no fim do inverno, quando a espiga ainda está se formando.
As ferrugens do trigo são as mais conhecidas da cultura e entram na cobertura quando essa garantia está contratada.
Avaliamos os dois momentos de risco do ciclo do trigo antes de qualquer proposta de cobertura.
Finalidade da produção, área e região definem a análise.
Perguntas frequentes
Porque o trigo floresce no fim do inverno, período ainda sujeito a geadas tardias em boa parte das regiões produtoras. Uma geada na espiga em formação pode comprometer a fecundação do grão, sem chance de recuperação naquele ciclo.
É um risco específico: a espiga madura exposta à chuva pode germinar ainda em pé, no que se chama de grão brotado, um problema de qualidade que também representa perda do que seria colhido como grão sadio.
A exigência de qualidade do grão. Ambos correm o mesmo risco climático, mas a declaração da finalidade ajuda a dimensionar a expectativa de produtividade considerada na apólice.
Não. O trigo ocupa a janela de inverno, justamente quando soja e milho já foram colhidos na mesma região, o que faz dele uma cultura de sucessão em muitas propriedades do Sul do país.
Cobre perda de produtividade por doença quando essa garantia está contratada e o manejo exigido foi seguido. As ferrugens do trigo são as doenças mais conhecidas da cultura e costumam constar como risco à parte na apólice.
A fase em que a lavoura está muda a urgência da cotação.
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