Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
Cultura de inverno

Seguro agrícola para trigo: geada na espiga, chuva na colheita

O trigo floresce no fim do inverno, ainda sob risco de geada tardia, e é colhido numa época em que uma chuva forte pode germinar o grão dentro da própria espiga. São dois riscos opostos, um em cada ponta do ciclo.

Diga a finalidade da produção, moagem ou semente: ajuda a dimensionar a cobertura.

Do afilhamento à colheita

Três momentos, dois riscos opostos

1

Afilhamento

A planta forma os perfilhos que vão sustentar a produção. Frio moderado nessa fase costuma ser tolerado; o risco maior ainda está por vir.

2

Espigamento e floração

A espiga se forma e floresce no fim do inverno, período ainda sujeito a geada tardia. Frio nessa fase compromete a fecundação do grão.

3

Colheita

A espiga madura exposta à chuva forte pode germinar ainda em pé, o chamado grão brotado, perdendo o que seria colhido como grão sadio.

O trigo entra na janela que soja e milho deixam livre

Uma cultura de sucessão no calendário do Sul

Janela de inverno

Ocupa o período em que soja e milho já foram colhidos na mesma região, o que faz do trigo uma cultura de sucessão comum.

  • Plantio depois da colheita de verão
  • Ciclo concentrado no inverno
  • Janela própria por região

Geada tardia

O maior risco climático da cultura, concentrado na floração, no fim do inverno, quando a espiga ainda está se formando.

  • Compromete a fecundação do grão
  • Sem recuperação naquele ciclo
  • Risco típico de regiões mais frias

Doença

As ferrugens do trigo são as mais conhecidas da cultura e entram na cobertura quando essa garantia está contratada.

  • Garantia contratada à parte
  • Manejo exigido para aceitação
  • Risco distinto do climático

Geada na floração, chuva na colheita: os dois entram na análise

Avaliamos os dois momentos de risco do ciclo do trigo antes de qualquer proposta de cobertura.

  • Cobertura para geada tardia na floração
  • Grão brotado por chuva na colheita considerado
  • Doença incluída quando contratada e com manejo exigido
  • Verificação da janela de contratação ainda aberta

Cotação de seguro agrícola para trigo

Finalidade da produção, área e região definem a análise.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Seguro de trigo: dúvidas frequentes

Por que a geada é tão citada no seguro de trigo?

Porque o trigo floresce no fim do inverno, período ainda sujeito a geadas tardias em boa parte das regiões produtoras. Uma geada na espiga em formação pode comprometer a fecundação do grão, sem chance de recuperação naquele ciclo.

Chuva na colheita do trigo é diferente de chuva na colheita de outros grãos?

É um risco específico: a espiga madura exposta à chuva pode germinar ainda em pé, no que se chama de grão brotado, um problema de qualidade que também representa perda do que seria colhido como grão sadio.

O que muda entre trigo para moagem e trigo para semente?

A exigência de qualidade do grão. Ambos correm o mesmo risco climático, mas a declaração da finalidade ajuda a dimensionar a expectativa de produtividade considerada na apólice.

Trigo é plantado na mesma época que soja e milho?

Não. O trigo ocupa a janela de inverno, justamente quando soja e milho já foram colhidos na mesma região, o que faz dele uma cultura de sucessão em muitas propriedades do Sul do país.

O seguro cobre doença do trigo?

Cobre perda de produtividade por doença quando essa garantia está contratada e o manejo exigido foi seguido. As ferrugens do trigo são as doenças mais conhecidas da cultura e costumam constar como risco à parte na apólice.

Seu trigo já floresceu ou ainda está no afilhamento?

A fase em que a lavoura está muda a urgência da cotação.