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Da florada à colheita

Seguro agrícola para café: geada, seca na florada e o cafezal em formação

Poucas lavouras têm um risco tão conhecido quanto o café tem a geada. Mas o que decide a safra, ano após ano, é outra coisa: o que acontece com a planta durante a florada, muito antes de qualquer fruto aparecer.

Cafezal em formação e em produção são analisados de forma diferente.

O risco que mais preocupa

Geada: um evento raro que já devastou lavouras inteiras

O café é uma cultura perene, sensível ao frio de um jeito que a maioria dos grãos anuais não é. Geadas fortes já dizimaram lavouras inteiras no Sul de Minas e no Paraná em episódios que ficaram marcados na história da cafeicultura brasileira, mesmo sendo eventos raros.

A planta atingida por geada forte pode perder não só a safra em curso, mas também parte da estrutura que produziria nos anos seguintes, porque o frio queima o tecido da planta, não só o fruto. É uma diferença importante em relação a uma lavoura anual, que se replanta todo ano de qualquer forma.

Por isso a cobertura para café observa a fase do cafezal: uma lavoura jovem, em formação, tem outro risco que a lavoura adulta em plena produção, e a análise da apólice leva isso em conta desde a cotação.

Café é perene: o que a geada atinge pode comprometer mais de uma safra, não só a colheita do ano.

O ciclo do café tem três momentos de risco

Onde a safra pode se perder antes da colheita chegar

1

Florada

A planta floresce antes do fruto se formar. Seca nesse momento reduz a fecundação das flores, e o cafeeiro forma menos fruto, sem recuperar depois.

2

Granação

O fruto se desenvolve e ganha peso. Estresse hídrico ou geada nessa fase compromete o tamanho e a quantidade do que será colhido.

3

Colheita

Chuva prolongada atrasa a colheita e pode derrubar fruto maduro no chão, perdendo parte do que a lavoura já tinha formado.

Cafezal jovem e cafezal em produção são cotados separado

O que se perde numa geada é diferente entre os dois. Contamos isso para você antes de qualquer proposta.

  • Análise por fase do cafezal, formação ou produção
  • Cobertura para os três momentos de risco do ciclo
  • Ferrugem do cafeeiro incluída quando contratada
  • Consulta sobre subvenção disponível para café

Cotação de seguro agrícola para café

Fase do cafezal, área e histórico de geada definem a análise.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Seguro de café: dúvidas frequentes

Geada é o principal risco do café?

É o mais lembrado, porque geadas já dizimaram lavouras inteiras no Sul de Minas e no Paraná em episódios históricos. Mas não é o único: seca durante a florada também compromete a safra, mesmo sem geada nenhuma.

O que é a florada do café e por que ela é tão sensível?

É a fase em que a planta floresce antes de formar o fruto. Seca nesse momento reduz a fecundação das flores, e o cafeeiro simplesmente forma menos fruto naquele ciclo, sem chance de recuperar depois.

O seguro cobre a bienalidade do café, quando um ano rende menos que o outro?

Não. Bienalidade é uma característica da própria planta, não um evento climático. O seguro cobre perda de produtividade por evento coberto dentro de uma safra, comparado ao patamar garantido daquela safra.

Cafezal jovem, em formação, pode ser segurado?

Depende do produto e da fase declarada. Cafezal em formação e cafezal em produção têm análise diferente, porque o que se perde é diferente: um perde fruto, o outro pode perder a própria planta ainda em desenvolvimento.

A ferrugem do cafeeiro entra na cobertura?

Entra quando a garantia de doença está contratada e o manejo exigido foi seguido. É uma doença amplamente conhecida na cafeicultura e costuma constar como risco à parte na apólice.

Seu cafezal já passou por geada antes?

Esse histórico entra na análise. Conte para a gente.