Fundação e estrutura
Fase de maior exposição a desabamento e a dano ao vizinho, sobretudo em terreno com casa colada de um ou dos dois lados.
Construir ou ampliar uma casa concentra o mesmo tipo de risco de qualquer obra — incêndio, desabamento, dano ao vizinho —, só que numa escala menor e, na maior parte das vezes, com o próprio dono do imóvel como contratante.
A mesma lógica, numa conta menor
O princípio é idêntico ao de qualquer apólice de riscos de engenharia: cobertura que nasce com a obra e termina com a entrega, valor segurado ligado ao custo da construção, vigência amarrada ao cronograma. O que muda é a escala e, com frequência, o próprio contratante — em vez de uma construtora com departamento jurídico, é a família que está erguendo a casa própria.
Isso não reduz o risco a zero: incêndio durante a obra, desabamento de parte da estrutura ainda não curada, roubo de material do canteiro e dano ao imóvel do vizinho continuam acontecendo em obra residencial, especialmente em terreno urbano com casa colada de um lado ou dos dois.
A ausência de uma empreiteira formal, com pedreiro autônomo contratado diretamente, também não muda quem tem interesse em contratar a apólice: o dono do imóvel segue sendo quem arca com o prejuízo se a obra der errado, independente de quem está de fato erguendo a parede.
Reforma de casa já ocupada, com a família morando dentro enquanto a obra acontece, muda de ângulo: o produto certo nesse caso é o de reforma de imóvel ocupado.
Como a obra residencial avança
Fase de maior exposição a desabamento e a dano ao vizinho, sobretudo em terreno com casa colada de um ou dos dois lados.
Material acumulado no canteiro, sujeito a roubo e a incêndio, junto com o risco elétrico e hidráulico das instalações sendo embutidas.
Risco concentrado em material de acabamento de maior valor — louça, metal, esquadria —, até a entrega da obra pronta ao morador.
Cotamos construção nova, ampliação e obra estrutural, com responsabilidade civil para o vizinho colado quando faz sentido.
Tipo de obra, contratante e vizinhança definem a apólice.
Perguntas frequentes
Pode. O dono do imóvel que está construindo ou ampliando a própria casa é o contratante mais comum desse seguro, ao lado de pequenas construtoras que tocam uma ou duas residências por vez.
Vale para qualquer escala: o valor segurado acompanha o valor da obra, e uma reforma estrutural ou construção de casa também concentra investimento e risco, só que numa conta menor do que um prédio comercial.
A responsabilidade civil da obra, quando contratada, responde pelo dano ao imóvel vizinho causado pela obra — vibração de escavação, recalque provocado pela fundação nova, entre outras causas ligadas à execução.
Muda o segurado, não a existência do risco: o contratante da obra — em regra o próprio dono do imóvel — segue sendo quem tem interesse em contratar, com ou sem empreiteira formal executando o serviço.
Se a casa está desocupada durante a obra, entra aqui, pela escala residencial. Se a família continua morando no imóvel enquanto a reforma acontece, o ângulo certo é o da página de reforma, focada em obra com ocupação simultânea.
Acompanha o cronograma da obra, do início da fundação até a entrega — igual ao princípio de qualquer apólice de riscos de engenharia, só que numa escala e num prazo menores do que uma obra comercial.
Mande o tipo de obra e a duração estimada que cotamos com a vizinhança considerada.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.