Chegada e descarga
O equipamento chega ao canteiro ou à fábrica com valor cheio declarado, somando o preço da máquina ao frete e ao seguro de transporte já usado até ali.
Entre a máquina chegar e a fábrica funcionar existe uma fase própria: montagem, teste, comissionamento. É o período em que o equipamento já tem valor cheio, mas ainda não está em operação — e ainda não tem o seguro certo.
A fase que fica no meio
O equipamento chega ao canteiro ou à fábrica com valor cheio declarado, somando o preço da máquina ao frete e ao seguro de transporte já usado até ali.
Fase de maior risco: máquina desmontada, parcialmente montada, sendo testada sob carga pela primeira vez — sem o histórico de operação que reduz o risco depois.
Testes aprovados, equipamento entregue funcionando. A partir daqui a cobertura muda para quebra de máquinas ou equipamento estacionário, conforme o tipo de instalação.
O ponto que a obra civil não cobre sozinha
A cobertura de obra civil clássica protege a estrutura sendo erguida — parede, laje, fundação. Quando a obra é para receber uma linha de produção ou uma máquina de grande porte, existe uma segunda camada de risco, concentrada no próprio equipamento durante a fase em que ele ainda não é uma máquina em operação normal: é um investimento parado no meio do teste.
Equipamento importado soma uma complicação a mais: o valor segurado carrega frete internacional, e uma peça de reposição vinda de fora do país pode levar muito mais tempo para chegar do que uma peça nacional — o que interessa direto à cobertura acessória de atraso na conclusão, quando contratada.
Cotamos a fase entre a chegada da máquina e o comissionamento aceito, com o valor cheio do equipamento, frete e montagem incluídos.
Tipo de equipamento, valor e fase da instalação definem a apólice.
Perguntas frequentes
É uma cobertura dentro do mesmo ramo de riscos de engenharia, mas com foco diferente: em vez do prédio sendo erguido, o que está em risco é a máquina ou a linha de produção sendo instalada, testada e preparada para funcionar.
É exatamente o cenário que essa cobertura existe para responder — falha que aparece no comissionamento, antes de a máquina ser aceita como operacional, costuma ficar fora do seguro de equipamento em operação normal.
Tem: o valor segurado normalmente soma equipamento, frete internacional e montagem, e o prazo de chegada de peça de reposição de fora do país pode alongar o tempo de reparo — um ponto que interessa também à cobertura de lucros cessantes.
No comissionamento aceito: quando os testes terminam e a máquina passa a funcionar em regime normal. A partir daí, o risco muda para quebra de máquinas ou equipamento estacionário, conforme o caso.
Depende da cobertura contratada. A básica responde pelo dano físico ao equipamento durante a montagem; erro de projeto ou de fabricação, quando incluído como cobertura adicional, trata do dano que esse erro causa, não do custo de refazer a peça.
Pode gerar, através de cobertura acessória de atraso na conclusão — diferente de lucros cessantes de uma operação já funcionando, porque aqui a fábrica ainda não estava produzindo.
Mande o tipo de equipamento e a fase atual que cotamos a fase de montagem e teste.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.