Corretora registrada na SUSEP Atendimento em todo o Brasil, com um corretor responsável pelo seu caso
A fraude que vem de dentro da folha de pagamento

Seguro fidelidade de funcionários

O prejuízo que mais pega o dono de negócio de surpresa não vem da porta arrombada nem do assaltante na calçada: vem de dentro, de quem já tinha a chave do cofre ou a senha do sistema por causa do próprio cargo.

Um crime que a porta arrombada não explica

Infidelidade é a confiança virada contra quem confiou

Seguro fidelidade cobre o prejuízo que a própria empresa sofre quando um funcionário desvia dinheiro, mercadoria ou bem que estava sob a guarda dele por força do cargo — o caixa que embolsa parte do troco, o comprador que infla nota fiscal em conluio com fornecedor, o almoxarife que retira mercadoria do estoque aos poucos, sem deixar rastro fácil de ver no dia a dia.

É um risco diferente de tudo que entra pela porta de fora. Roubo e furto simples pressupõem alguém sem nenhum vínculo com a empresa, que precisa arrombar, ameaçar ou se aproveitar de um descuido para levar o que não é dele. Infidelidade não precisa de nada disso: o funcionário já tem a chave, a senha ou o acesso ao estoque, porque é exatamente isso que o cargo dele exige — e é essa mesma confiança que vira o instrumento do desvio.

Por isso a análise de risco desse seguro não olha para tranca, alarme ou câmera: olha para controle interno. Quantas pessoas têm acesso a valores, se existe conferência de caixa regular, se há segregação de função entre quem compra e quem paga o fornecedor. Empresa pequena, com um dono que confere tudo de perto, tem um perfil de risco; empresa com equipe grande de retaguarda e pouca auditoria formal tem outro.

Somos corretora, não seguradora: quem aceita o risco e paga a indenização é a companhia. O nosso trabalho é levantar os cargos expostos e o controle interno já existente, para chegar à cotação certa para o seu porte.

Três crimes que parecem um só

Fidelidade, furto e roubo não têm a mesma origem

O prejuízo pode até ter o mesmo valor em dinheiro, mas a origem muda a cobertura e a forma de apurar o sinistro.

SituaçãoQuem cometeCobertura própria
Funcionário desvia valor ou mercadoria sob sua guardaAlguém de dentro, com acesso legítimo pelo cargoSeguro fidelidade de funcionários
Terceiro leva bem da empresa com violência ou grave ameaçaAlguém de fora, sem vínculo com a empresaSeguro de roubo de bens
Terceiro leva bem sem violência, aproveitando um descuidoAlguém de fora, sem confronto diretoCobertura de furto qualificado, dentro do patrimonial

Se o prejuízo veio de fora, sem nenhum vínculo de confiança envolvido, a página certa é a de roubo de bens, não esta.

O controle interno é o centro desta cotação

Levantamos os cargos com acesso a valores e o controle interno já existente, para declarar o risco pelo que ele realmente é.

  • Cargos com acesso a valores ou estoque declarados
  • Valor movimentado por mês considerado na análise
  • Controle interno existente pesa a favor na aceitação
  • Separado da responsabilidade civil de administradores

Cotação do seguro fidelidade

Cargos expostos, valor movimentado e controle interno definem a apólice.

Com DDD. De fora do Brasil, escolha o país na lista.

Perguntas frequentes

Seguro fidelidade: dúvidas frequentes

O que é o seguro fidelidade de funcionários?

É a cobertura para o prejuízo causado por desvio, apropriação indevida ou fraude cometida por um funcionário da própria empresa contra o patrimônio dela — dinheiro, mercadoria ou bem que ele tinha acesso legítimo por causa do cargo.

Qual a diferença entre fidelidade e roubo de valores ou de bens?

É a origem do prejuízo. Roubo e furto vêm de fora, de quem não tinha acesso nenhum ao patrimônio; a infidelidade vem de dentro, de alguém a quem a empresa confiou a guarda ou o manuseio daquele dinheiro ou mercadoria, e que se aproveitou dessa confiança.

Precisa provar que o funcionário agiu de má-fé?

Precisa demonstrar o ato doloso — o desvio deliberado, não um erro de caixa ou uma falha de controle interno sem intenção. É esse ponto que a seguradora investiga antes de indenizar, em regra com base em auditoria interna e boletim de ocorrência.

A apólice cobre todos os funcionários da empresa ou só alguns cargos?

Em regra a cobertura se concentra nos cargos com acesso direto a valores ou estoque de alto giro — caixa, financeiro, compras, almoxarifado —, e a lista desses cargos entra na declaração de risco que baseia a cotação.

Como funciona o aviso de sinistro num caso de fidelidade?

A empresa reúne o que já levantou internamente — auditoria, conferência de estoque, boletim de ocorrência quando há crime configurado — e encaminha à seguradora, que conduz a própria apuração antes de decidir pela indenização.

Isso é o mesmo produto que a responsabilidade civil de administradores?

Não. A responsabilidade civil de administradores protege o patrimônio pessoal de sócios e diretores por decisão de gestão que gera dano a terceiro; fidelidade protege o patrimônio da própria empresa contra o desvio cometido por quem trabalha nela.

Sua empresa já teve um caso de desvio interno?

Mande os cargos com acesso a valores que cotamos a fidelidade pelo controle interno que você já tem.