Valor de referência bem ajustado
Confira se a apólice indeniza pela tabela de mercado ou por valor determinado. No carro novo, essa escolha vale milhares de reais.
É agora que o prêmio é mais alto — e é agora que você menos pode ficar sem cobertura. Cotar antes de retirar da concessionária resolve os dois problemas.
Com o chassi em mãos já conseguimos emitir.
Por que custa mais
Um carro zero concentra dois custos no pico ao mesmo tempo: a indenização em perda total equivale a um veículo novo inteiro, e o conserto usa peça original em rede autorizada, que é o cenário mais caro possível para a seguradora.
A boa notícia é que esse é o pico. Conforme o veículo deprecia e sai do período de garantia, o valor de referência cai e a oficina deixa de ser obrigatoriamente a concessionária. É comum o prêmio recuar já na segunda renovação, sem que você mude nada — por isso vale renegociar todo ano em vez de aceitar a renovação automática.
O erro caro do primeiro ano é outro: dirigir na janela entre a retirada e a contratação. São dias em que o carro vale o máximo que vai valer e não tem nenhuma cobertura. Emitir com o chassi, antes de sair da loja, elimina esse risco de graça.
Se você está comprando à vista, a decisão é só sua. Se for financiado, a apólice ainda precisa atender a exigência do banco — isso está explicado na página de carro financiado.
O que priorizar agora
Confira se a apólice indeniza pela tabela de mercado ou por valor determinado. No carro novo, essa escolha vale milhares de reais.
Peça original some do estoque com facilidade. Diária a mais aqui costuma custar pouco e evitar semanas de transtorno.
É o sinistro mais frequente e o mais caro proporcionalmente em carro novo, por causa de sensor e farol de LED.
Você manda o modelo, a gente cota nas seguradoras e a apólice entra em vigor no dia da retirada.
Dá para deixar tudo pronto antes mesmo de você buscar o carro.
Perguntas frequentes
Porque a indenização em perda total é o valor integral de um carro novo e o custo de peça original é o mais alto do ciclo de vida do veículo. O prêmio tende a cair nas renovações seguintes, conforme o carro deprecia.
Sim, e é o certo. Com o número do chassi já dá para emitir. Rodar sem seguro entre a retirada e a contratação é exatamente o intervalo em que muita gente se dá mal.
Costuma valer mais do que parece: no carro novo, qualquer reparo estético vira oficina, e peça original demora. Ficar sem carro é o incômodo mais provável do primeiro ano.
Serve, mas costuma ser um pacote de vigência curta e cobertura básica. Vale conferir o que ele cobre de verdade antes de aceitar como seguro definitivo.
Mande o modelo e a data de retirada. O resto é com a gente.
Deixe seu contato que um corretor te chama, sem compromisso.